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Mensagem por Admin em Dom Nov 19, 2017 11:24 pm

É só uma ilha deserta com quilometros e quilômetros de areia espalhadas por ai.
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Re: Visão geral

Mensagem por Wynonna em Seg Nov 27, 2017 3:04 am

"Hoje é o dia"
"Finalmente hoje!!!"

A decoração estava arrumada, todas as barracas de todos os povos que habitam aquela cidade estavam preparadas, não existia clima de guerra ou qualquer outro tipo de clima que não seja o de festa e comemoração. Comemorar o que? Apenas aqueles que estão vivendo ali sabem (players não sabem), os sorrisos, brincadeiras e comemoração era contagiante, as crianças brincando pela areia que mais parecia um mar de flores feitas de papel, conchas e neon. Luzes de neon pareciam que estavam mais pela areia do que nas barracas ou nos postes.

Além da comemoração que de década em década aquele povo celebra, havia uma coisa especial, os candidatos à prefeitura iriam se pronunciar pela primeira vez sobre o atentado à antiga igreja, um debate político aconteceria ali e por isso muito mais guardas estavam de olho.

Comida, bebida, brincadeiras. Tudo que se pode imaginar de uma festa, existe até o momento "pegou, beijou", brincadeira que já formou muitos casais (quem for participar deve perguntar ingame como funciona).

Gincanas sobre quem pode comer mais cachorro-quente e é claro, quem bebe mais também! Era o dia de comemoração onde o mendigo e o político além de saborear a mesma comida, não pagavam absolutamente nada! Por conta disso que esse evento acontece apenas 1 vez na década.
 
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Re: Visão geral

Mensagem por Tannhauser em Seg Nov 27, 2017 5:59 am

Caso não tenha lido a minha apresentação inicial, vai aqui um rápido resumo: Eu sou um mago muito muito sábio e muito muito poderoso que aprendeu a usar magia sem absolutamente nenhum consumo de... daquela energia interna lá que eu tanto não preciso que nem me importo de lembrar o nome.

E vou revelar um novo segredo: um dos meus únicos pontos fracos são comes e bebes gratuitos.

Isso é muito conveniente agora mesmo, porque estou prestes a perder quase tudo o que recebi nesse mês. E o homem que vai levar essa grana se chama Oscar, mas eu lhe chamo pelo apelido...

- “Onkel”. – Ele estava sentado numa mesa de quiosque e eu tomei a liberdade de me sentar junto.


- Tann, eu sabia que podia te encontrar por aqui, essa cabeça de fósforo nunca se perde. – O homem tem um enorme sorriso que entregava sem indiscrições seu caráter perverso.

- Sim eu já tenho... – Eu já sabia o que ele mais queria de mim. Ele parece ter prazer em lembrar as pessoas que elas lhe devem algo como se isso lhe fizesse se sentir poderoso, dessa vez eu tinha tudo no envelope que tratei de entregar para ele.

- Você demora muito, Tann. – Dizia pegando o envelope e colocando no bolso interno de seu casaco. Oscar tem confiança de que ninguém tentaria lhe passar pernas, todos nós desse ramo sabemos que com o Oscar é melhor jogar limpo, mesmo o Helrick sabia disso. E por falar em Helrick.

- Tentou me deixar de fora do último serviço, não foi?

- Pode me culpar por isso? Era o seu melhor amigo não era?

- O Helrick? – Sorri com ironia. – Não, você é meu melhor amigo, Onkel.

- É claro. Há há!

De certa forma minha relação com Onkel é bem mais amigável do que a que eu tinha com Helrick.

Veja bem como funciona: Onkel é intermediador entre mim e os contratantes que procuram por pessoas como eu para fazer as “coisas que tem que ser feitas”. Quando os contratantes tem problemas, eles chamam Onkel para resolver, Onkel seleciona os mais adequados para o tal serviço, o “terceirizado” faz o que tem que ser feito, Onkel é pago pelo contratante e, finalmente, Onkel repassa parte da grana para o terceirizado. Mas se você erra muito feio no serviço, Onkel tem prejuízo e o terceirizado fica devendo a ele. Eu errei feio e por isso estou pagando a ele agora... Isso já entrega logo que eu não sou o melhor do meu ramo e é por isso que eu afirmo que Onkel tem sido bem amigável comigo, por ele sempre informar primeiro a mim sobre os serviços, o que me deixa sempre à frente da concorrência. Só que dessa vez, sobre o serviço de eliminar Helrick, ele não me informou nada, mas eu recebi a oferta de outro intermediário.

- Eu não pensei que você iria fazer isso. Temi ainda que fizesse algo muito estupido se eu te oferecesse esse trabalho... – Ele conteve o riso por um momento, certamente pensou naquela hora que eu possa estar de luto apesar de tudo e quis ser mais delicado. – Digo...ele não era realmente uma boa companhia para você.

- Ele tinha suas qualidades, ele... Hm. Aquilo é um jukebox? – A máquina roubou minha atenção, tive que me levantar para ver mais de perto. Eu não iria resistir em escolher algo para tocar, ainda mais por isso hoje ser grátis.

- Affh... – O velho suspirava ao me ver apertando os botões o aparelho. – Tenho que comentar sobre esse seu gosto musical. Sabe sobre o termo “música pra idosos”? Suas músicas transcendem isso.

- Me dê uma chance... – Sorri ao finalmente encontra o que eu buscava. – É um festival e não importa o quanto você seja psicopata. Não tem como não curtir o pequeno Michael.

Então eu apertei “play”.

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Re: Visão geral

Mensagem por LeBlanc em Ter Nov 28, 2017 4:30 pm

Não era acostumada a chegar em uma festa cedo, na realidade, os últimos anos eram os de menos eventos possíveis, o êxtase da batalha e o provável encontro inimigo não apenas navegavam a interação social que sempre gostou, como também faziam a LeBlanc agir como uma fugitiva. Mas aquele evento, ela precisava estar ali, era um evento grande e estava cansada de ficar trancada em casa, por isso estava vestindo uma de suas melhores roupas para a noite, nada muito formal, aliás, era uma praia.
Um vestido tomara que caia não muito curto da cor azul escuro, o vestido marcava seu corpo com perfeição deixando os seios erguidos e sua cintura afinada, era comum aquele tipo de roupa, seu cabelo estava preso, em um rabo de cavalo, deixando algumas mechas douradas escorrendo aos lados do rosto. Em seu pescoço havia um colar de pérolas, mas o chamativo mesmo era seu anel, o anel feito de ouro branco, sua estrutura grossa não era o que chamava atenção e sim a grande pedra jeremejevite, talvez a maior pedra que um dia alguém poderia ver. 

                    — Esses eventos sempre são iguais, tente se misturar, Adara. Não me faça passar vergonha. 


Sussurrou para aquele que acompanhava a mulher, seus olhos não precisaram se direcionar ao companheiro para que ele soubesse que ela estava falando sério, a loira caminhou lentamente em direção à uma mesa vazia, sentando na cadeira próxima, mas não foi por muito tempo, diversos fãs e paparazzi começaram a deixar a festa mais animada para a garota.
                   
— Vocês são uns amores, fiquem a vontade, comam comigo.


Ela oferecia os lugares vagos para aqueles que chegavam, que foram se sentando, um garçom já começou trazer petiscos e bebidas, vinho tinto para ser mais exata para a rainha que sorria de forma gentil e conversava com todos, passando a ignorar por tempo seu acompanhante.

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Re: Visão geral

Mensagem por David Kannenberg em Ter Nov 28, 2017 7:28 pm

Essa década seria a primeira vez que, assim como seu pai, David abriria uma barraquinha durante o evento. Era de se esperar o nervosismo, então duas semanas antes já havia começado a montar a estrutura que usaria no domingo subsequente. Fora um aparato simples; um balcão de madeira ornamentado com conchas limpas e duas hastes de metal que segurariam a lona colorida que faria sombra para os clientes. Estes ficariam dispostos em seis bancos de frente para o vendedor.
As semanas passaram rápido e na madrugada de domingo os comerciantes locais foram todos juntos à praia bela para fazer as ultimas preparações de suas instalações. Era no mínimo divertido, David conhecia bem aquelas pessoas e todos nutriam afeto uns pelos outros, então na ultima hora os mercantes se ajudaram para estar tudo pronto as 7h da manhã.
O evento já estava cheio as 8h, os que se aproximavam poderiam analisar as principais características do negociante: alto, pele escura, olhos verdes desalumiados e cabelos opacos presos por um lenço branco. Mesmo preocupado ele manejava muito bem os equipamentos na "cozinha" improvisada para atender os clientes. Apesar de ter apenas bolinhos de bagre e peixe frito no palito em sua tenda, o movimento ia bem e as pessoas pareciam estar gostando. Atrás da bancada haviam duas panelas bem grandes e cheias de óleo, ambas sendo esquentadas por maçaricos improvisados.


Ei Caleb!Gritou para um dos visitantes que passavam por sua tenda.Essa sua barriga não para de crescer, aposto que estava treinando o ano todo para o campeonato de comer cachorro-quente.

Podia soar um pouco ofensivo para os ouvintes, mas ambos se conheciam a bastante tempo e era obviamente uma provocação inocente. Mesmo enquanto brincava com os clientes ele não parava de atender os que chegavam, de fato muito amigável e transparecendo confiança. Planejava ir se divertir assim que seu estoque de peixe acabasse.

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Re: Visão geral

Mensagem por Nefertari Hubun em Qua Nov 29, 2017 12:12 am

Pode me lembrar o motivo de eu estar aqui mesmo?

A chegada no evento era sempre o pior momento, a mulher de pele morena não gostava de estar entre qualquer tipo de pessoa, principalmente aquelas que moram naquele país gelado. Era nítido pelo seu olhar de tédio que não queria estar ali, na verdade pagaria para que outra pessoa assumisse o fardo que herdou. A respiração funda ergueu lentamente o peito, mas não chamava atenção de absolutamente ninguém. Estava trajando sua jaqueta de couro preta comum, um pouco aberta e demonstrando a roupa branca em baixo daquele visual "gótico" que ela de forma involuntária havia adotado, luvas negras e uma calça jeans azul claro. O cheiro de fritura e a música ruim eram como laxante para seus ouvidos, forçando-a virar os olhos enquanto caminhava mais adentro, procurando algo para comer.
Eu não ligo se você gostava de eventos como esses, eu que tenho que estar aqui. Isso é uma desgraça.


Resmungando ela se via próxima à uma barraca de peixe frito, talvez, o menos pior entre todos ali. Se aproximou da banca e esperando sua vez com ambas as mãos nos bolsos da jaqueta ela parecia paciente e comum, ninguém estava ouvindo ela resmungar consigo mesma.
Ah, um peixe frito, por gentileza.

Ao que chegava na sua vez ela já pedia, esperando que entregassem o tal pedido, compreendia que demorava um pouco, e por conta disso ficou olhando para os lados, reconhecendo entre toda aquela multidão dois homens, homens esses que conhecia de ficha criminal. E se olhassem para ela, eles reconheceriam a detetive mais famosa da Rússia.
Por favor, por favor... Eu imploro, aprontem para essa noite me animar.

Sussurrou encarando-os, esperando que eles se assustassem com a sua presença e cometessem alguma loucura. Cerrava o olhar para tentar cutuca-los com sua mente, coisa que era impossível fazer.
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Re: Visão geral

Mensagem por Adam Aesland em Qua Nov 29, 2017 3:48 am

Não se lembrara de quais foram as palavras usadas por sua escrava para lhe convencer a ir aquela festa. Falando em escrava, onde ela está? Provavelmente se perdera no meio da multidão e com a distração do aroma da comida deliciosa. Ah, mas é claro! A comida… Acho que foi essa uma das razões para estar ali e desta vez, não usando trapos, mas uma camisa social vinho de manga longa e usando uma calça jeans comum, com um óculos escuro de aviador, e também usava um tipo de cheiro em seu pescoço, o passou com um spray e não teria ideia do nome daquilo, mas era de um aroma agradável e leve.

- Então, é assim que se comemoram festas hoje em dia?


Falou em um tom baixo e começou a caminhar procurando por sua escrava perdida no meio de tantos rostos, nem mesmo na guerra lembrara se havia tantas pessoas assim ou se elas só diminuíam conforme a batalha passasse. Era estranho estar no meio de todas aquelas pessoas sem poder matá-las, mas não que tivesse vontade. Encaixou a haste da taça no meio dos dedos pegando da bandeja de um garçom que passou com tanta pressa e nem percebeu, foi quando apenas molhou o bico saboreando meia gota daquele vinho, não muito bem conservado e estava gelado demais para seu gosto, mas serviria por enquanto. Gritos e mais gritos, sua vontade era de cortar a garganta de todos que gritavam insuportavelmente naquele lugar, mas um deles o chamou atenção, um idoso gritou pedindo para que se sentassem ao seu lado e competissem para ver quem faria a pintura mais bonita naquele grande quadro totalmente cru.

- Ancião, eu competirei com você.

De uma forma educada e quase despercebida pelo idoso, o chamou daquele jeito e o homem não levou como ofensa mas também não gostou, puxou a banco que foi arrastada com um tom tão desafiador quanto aquele trocar de olhares entre Adam e seu oponente. Sentou no banco sem apoio nenhum para as costas, colocou a taça de vinho em uma mesa ao lado, com pouca plateia para servir de inspiração, mas, mesmo assim, mergulhou as pontas dos dedos da destra em um dos latões de tinta que tinham do seu lado, não usou o pincel, mas faria de seus dedos virarem em um. Foi em um modo majestoso, parece que tudo ficou em câmera lenta, passando os dedos que deslizavam naquele quadro como ondas ferozes do mar, parecendo brigar com aquela pintura, que, aos poucos, fora se tornando forma com aquele tom escuro de vermelho, preto, que se tornou vinho, eram tantas cores escuras que ficou difícil distinguis quais eram os tons exatos com tanta mistura, pois ninguém pintava com tanta maestria como um Aesland. Foi quando o desenho começou a tomar forma que as pessoas começaram a se aproximar, acumulando uma multidão com crianças com os olhos brilhando ao ver a majestosidade de um Rei pintando aquele quadro com seus próprios dedos e, ocultamente, com seu sangue.

- Prestem atenção! Vocês não vão querer perder isso.


Gritou, sim, o mesmo homem que a pouco reclamara dos gritos, agora falou no mesmo tom de um, mas não falou com a voz, falou com seu coração para propagar a sua arte. Pinturas sempre lhe fascinaram desde criança, costumava fazer desenhos para seu pai, desenhos em rochas e ate mesmo na areia. O banco caiu para trás, estava de pé dando seus últimos retoques, com os óculos quase saltando do rosto e destruindo seu adversário naquela competição, era um amanhecer com apenas um homem em pé em meio ao campo de batalha, o chão cheio de poças de sangue, lanças, rasgados de roupas e armaduras, mas um homem em pé, cercado de pôr diversos lanceiros e escudeiros que se ajoelhavam em sua presença, foi o dia em que o próprio Adam fez seus inimigos se renderem há muito tempo. O suor começou a fazer presença em seu rosto, colando algumas mechas de cabelos na cara, mas havia terminado e virado a pintura com um chute no apoio que a segurava, a virou para a plateia que aplaudiram aos gritos. O idoso, porém, estava ainda na metade, de sua pintura, era obvio quem havia vencido.

- Acho que eu não deveria ter chamado tanta atenção.

Ofereceram um prêmio para o campeão, que apesar de achar que a disputa não foi justa com seu adversário, não faria aquele tempo ter sido gasto em vão. O relógio, do qual era o prêmio, foi aceito por Adam, que o pegou e o colocou no pulso imediatamente, em seguida virando as costas depois de pegar sua taça de volta e se misturando com a multidão antes que qualquer pessoa tentasse abordá-lo por motivo qualquer. A pintura fresca ficaria exposta e a venda naquele mesmo lugar caso alguém a quisesse.

- Acho que consegui escapar… Não sei como aquela atriz consegue aguentar tanta fama por tanto tempo.

O mais novo campeão de pinturas continuou andando, passando por vários rostos diferentes e se perguntando onde ela estaria.

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Re: Visão geral

Mensagem por Tannhauser em Qua Nov 29, 2017 7:37 am

- Você sabia ... – Onkel dizia. - ... que os Russos demoraram muito a reconhecer que a cerveja é mesmo uma bebida alcoólica? Isso só no início do século 21.

- Não me diga.

- Verdade.


Ele levantou esse fato curioso logo depois que me foi servido uma caneca de cerveja quente. Estava no sorriso dele que ele estava querendo tirar sarro de mim por dispensar a vodca que ele me ofereceu e optar por cerveja. Acho que ele estava insinuando sobre minha masculinidade... Moro aqui a 6 anos e ainda não me entreguei ao senso de humor local.

- Ah..? – Então me pego olhando curiosamente com uma sobrancelha arqueada. Podia vê-la por cima do ombro de Onkel que estava sentado à minha frente.

- Aquela mulher ali. – Não precisei nem apontar a direção, a mesma já atraiu muita atenção a sua volta. – Ela não é aquela atriz dos cartazes?

Onkel se virava para ver e depois olhou de volta pra mim ainda sorrindo.

- É a própria. Christine LeBlanc... Por que está surpreso? Eu já vi uns 10 famosos nos últimos 5 minutos. Não me diga que é um fã também.

- Hm... acho que sou. Um pouco. – Eu gosto dos filmes dela, mas eu estava um tanto curioso sobre a vida pessoal da atriz. Não me entenda mal, não sou o tipo de cara que acompanha notícias de celebridades, mesmo que eu as admire de verdade, mas Christine LeBlanc era notável demais para se ignorar e não apenas por ser charmosa e estar em cartazes por toda a cidade. O motivo deu me impressionar com essa atriz foi pela comoção midiática de sua morte seguido da confirmação de que ela estava viva e de volta ao show business.

Simplesmente ela teve uma morte horrível, mas passa bem e já voltou a fazer “celebridices” sem ajuda dos aparelhos... Eu só penso que ela não pode ser a verdadeira LeBlanc, mas fico encabulado afirmar isso em público, porque parece que seria uma gafe, como se eu fosse o único retardado que tirou essa conclusão enquanto todo o resto do mundo não tem dúvida sobre ela.

Mas bem... Voltando minha atenção para Onkel, ele estava um tanto... “retraído”, por assim dizer. Não sorria e ficava de cabeça baixa coçando a testa.

- O que foi, Onkel?

-Ah, eu apenas...

- O que? –
Cruzei os braços olhando sério. Onkel estava tão introvertido que parecia ridículo.

- Aquela detetive... Tenho certeza que ela está olhando pra gente, provavelmente rogando alguma praga.

- Qual?

- Não olha, filho da puta. –
Ele me ofendeu, mas fez isso com o tom de seriedade e indolência de um Buda.

- Ah droga. – Fechei os olhos e respirei fundo pulando todas as fases do luto para cair direto na aceitação do fato de que era tarde demais. Eu e ela fizemos contato visual direto um com outro... Ela não estava apenas olhando para Onkel, ela estava nitidamente olhando para nós dois.

É a detetive Hubun, ela é bem conhecida por todo o país, não tenho certeza se é pelo mérito de sua competência ou de sua beleza exótica.

- Achei que você não tinha problema com a polícia. Você não paga eles pra te ignorarem? Questionei diretamente.

- Eu não corrompo policiais e sim os chefes de departamento.

- Faz diferença?

- Um ocasional olho roxo faz muita diferença pra mim... os policiais acabam tendo o habito de evitar prisões com toda a papelada e os processos jurídicos. Eles perceberam que podem combater o crime com mais eficiência usando os punhos.

- Oh... –
Eu não tinha pensado nisso, mas agora faz muito sentido e também percebo que aquela detetive não estava nos olhando como alguém que queria nos dar ordem de prisão.

Talvez eu devesse sair daqui? Onkel deve saber o que fazer nessa situação, então vou perguntar.

- Ahm!? – Me assusto ao perceber que Onkel já não estava mais alí, de alguma forma ele sumiu num instante com tempo de esvaziar a garrafa de vodca na mesa.

Levo a mão a apalpar a meu corpo para conferir se trouxe a arma no coldre que costumo carregar por baixo do casaco cargo, felizmente eu não estou armado,  deixei minha pistola guardada em casa temendo qualquer revista aqui. Se um policial me encontrasse com ela eu teria problemas maiores do que apenas uma surra. Diferente de Onkel, eu não conto com nenhuma imunidade ou amigos influentes para me tirar da prisão, eu também não tenho como dar uma de John Wick pra cima das autoridades, não tenho gosto por colecionar cicatrizes e quero o meu nariz exatamente como ele está.

Tenho que me esforçar pra não chamar a atenção, mas uma vez ou outra eu acabo olhando de volta pra ela e fico parecendo um tonto quando disfarço para parecer que não é pra ela que olho.

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Re: Visão geral

Mensagem por David Kannenberg em Qua Nov 29, 2017 12:54 pm

Era uma sequência bem rápida; espetar o palito no peixe assim que fizessem o pedido, botar para fritar, tirar da panela os que já estavam prontos, entregar para os respectivos pedintes que chegavam e em seguida repetir o processo com os bolinhos de bagre. Especialmente neste domingo o processo estava mais fácil já que não precisava tirar as luvas para pegar o pagamento.

É pra já, madame!Disse para a desconhecida que acabara de chegar ao balcão. — Espero que essa sua expressão melhore depois de comer, a final é de graça.

Tentou falar de forma descontraída, não precisava ser um gênio para ver que ela estava séria demais enquanto todos transpareciam animação. O seguimento de sua fala foi pegar um peixe não muito grande da caixa térmica próxima de seus pés, espeta-lo e colocar para fritar.
Trabalhando na tenda não dava para ver com clareza quem era, mas parecia ter uma mulher se destacando entre as pessoas já que o aglomerado em sua volta só aumentava.


>>> Eeeh!? É alguma famosa? <<<

Pensamentos breves que puderem lhe ocorrer conforme a fila de pedidos diminuía. O peixe para a última cliente ainda estava fritando enquanto ele entregava os pedidos aos que chegaram antes.

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Re: Visão geral

Mensagem por Elijah Aesland em Qua Nov 29, 2017 3:59 pm

Não era do tipo que chamava atenção, muito menos gostava disso, sua chegada no evento não foi absolutamente nada comentado e agradecia por isso. Caminhar entre aquelas pessoas que pareciam não vê-lo e mesmo assim ninguém esbarrava naquele ser, o sol do lugar incomodava um pouco, já que ele estava em seu ápice do meio dia, o horário da batalha. O lugar estava repleto de famosos, pessoas tão importantes que apenas chamavam atenção desnecessária, exceto uma pessoa. O homem trajando uma camisa social branca com todos os botões abotoados, um colete preto destacava de forma perfeita na parte superior do corpo, as mangas da camisa estavam puxadas até os cotovelos. — Christine LeBlanc... Deve aprender a não fazer tanto barulho assim. — Não era exatamente "barulho" uma vez que o lugar estava com uma música tocando bem alto.

Os olhos que escondiam sua verdadeira cor por trás de um pequeno óculos redondo da cor vermelha foram direcionados para a detetive, ela que como os outros ignoravam sua presença naquele lugar, parecia que ela estava encarando um homem de cabelo vermelho. O corpo do rapaz se movimentava de forma lenta, estava apenas procurando aquilo que sentiu no lugar, e como tudo parecia fácil. De forma imperceptível ele estava já na barraca de peixe, encarando a detetive pela diagonal, o que ela não perceberia por estar preocupada encarando aquele outro homem. Um sorriso se formou nos lábios do loiro enquanto voltou o olhar para o rapaz da barraquinha. — Um peixe frito. — A voz rouca era nítida para o homem, já que além de perto, ele falou alto devido a música no lugar. A voz com certeza chamaria a atenção da detetive, não por conhecer, mas por ter falado alto o suficiente para quebrar sua concentração.

Nefertari Hubun, um nome bem incomum pra essa terra. — O óculo vermelho não escondiam os olhos que encaravam a garota, ela era quase da mesma altura que o loiro, então eles podiam se encarar sem precisar mover muito a cabeça para baixo ou para cima. O perfume que ela usava era familiar, já havia sentido antes. — Detetive, permita-me convida-la para um jantar. — A mão destra direcionada até o bolso da calça social preta, retirando dali um convite feito em plastico transparente, tendo apenas o contorno dourado com as letras do horário e do local que ela deveria estar. Não perguntou mais nada para ela, apenas virou o corpo para pegar o espetinho quando ficou pronto e voltando o olhar em direção a mulher, acenou com a cabeça, a mesma coisa ele fez com o dono da barraca.

Sua missão estava com a primeira etapa concluída, precisava ainda chegar novamente em LeBlanc para entregar à ela o convite, mas de maneira discreta para que os paparazzis não pensassem ou criassem uma imagem errada, que poderia enfurecer a outra garota. Então não tinha muito o que se fazer até ver uma brecha naquelas pessoas todas. Seguiu acompanhando a multidão por diversos lugares, procurando conhecer as brincadeiras e comer seu espetinho além de procurar algo para beber também, porém antes de chegar a pegar sua bebida, notou que um amontoado de pessoas, quase como feito com LeBlanc, se juntavam para ver uma competição e no momento que conseguiu ver quem era que estava competindo, não conseguiu evitar de arregalar os olhos. 

Adam Aesland. — Sussurrou para si mesmo, talvez para conseguir colocar em sua mente que aquele era realmente a pessoa que pensava que era, talvez apenas um corpo parecido. Mas todas as duvidas foram lançadas para a terra no momento que viu o desenho do homem, realmente era a pessoa que pensava e por isso, mesmo que ele tentasse, não conseguia se "perder" e evitar ser seguido, coisa que era fácil visando que conhecia ele e saberia como ele iria agir para evitar certas coisas. — Adam Aesland. — O tal homem conseguiria ouvir seu próprio nome, a voz de um conhecido provavelmente faria com que ele virasse para olhar quem era. — Você foi convidado para um jantar.

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Re: Visão geral

Mensagem por No one em Qua Nov 29, 2017 4:12 pm

-


Última edição por Nix em Sex Dez 01, 2017 12:46 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Visão geral

Mensagem por Wynonna em Qua Nov 29, 2017 4:21 pm

Já era de tarde, o momento que muitos estavam esperando, alias, não era todo dia que vê um debate político tão extremo assim, de um lado o homem que muitos amam e que já foi visto milhões de vezes ajudando as pessoas. Por outro lado um homem que muitos consideram uma ameaça e outros uma salvação, alias, ele era acusado de ser responsável por mortes religiosas e pela desordem que a cidade estava enfrentando.

Para apresentar o evento, em cima do palco não tão grande para ficar próximo das pessoas, um homem aparece, e no momento que ele aparece, a música muda para uma música mais animada e diversas pessoas começam a gritar seu nome

"Dimitri"

Um nome conhecido não apenas por estar nos filmes com LeBlanc, mas também por ser um cantor bem famoso, os paparazzis que cercavam a atriz correram para tirar fotos daquele homem, ele parecia estar feliz pois jogava beijo e acenava para todos que estavam ali.

— Olá pessoal!!! Hoje estamos aqui por nada mais e nada menos que a nossa cidade!!!!

A multidão gritava tão alto que a musica se ofuscava, ele realmente parecia encantar o publico de uma forma tão cativante que todos aquelas pessoas tratavam ele como um "deus" a quem elas precisam venerar de toda maneira possível.

— Vamos apresentar nossos queridos convidados!!!! Ele veio de muito longe, oh, muito longe mesmo. É conhecido como o herói, o magnifico e o salvador de todos... Shaaaaaaaaaariz!!!!!!

A multidão tentava invadir o palco, mas sem sucesso, Shariz então entrava e todos os que se continham por Dimitri soltavam a voz pelo herói, aquele era o salvador da cidade. O herói então se posiciona em uma bancada ao lado esquerdo de Dimitri.

— Agora vamos ao nosso atual prefeito, o nosso querido e amado, Ivanov!!!!

Foi ai então que algo errado aconteceu, a multidão gritou, não tanto quanto para os dois anteriores, mas era possível ouvir tiros, tiros que se tornavam mais presentes e mais altos, os pais e as mães de crianças debruçavam os corpos sobre seus filhos para protege-los, mesmo que aquilo seja apenas uma entrada do atual prefeito, ainda era algo a se temer. O homem se posicionou ao lado direito de Dimitri, sorrindo de maneira esquisita.

— Vamos lá!!!! — Gritou Dimitri que alegrava as pessoas.

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Ivanov


Shariz
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Re: Visão geral

Mensagem por ( Wavɵr Vɵlvɵt )ㅤ em Qua Nov 29, 2017 8:00 pm

O jovem mago suspirava pelo menos cem vezes por dia desde que havia despertado em um País desconhecido, segundo alguns cartazes que viu, estava na Rússia. Não fazia ideia de como tinha ido da Inglaterra até a Rússia, mas também não sabia como tinha voltado dos mortos, então pouca coisa importava.Sabia pouca coisa sobre a guerra que tinha entrado, Ophidian não dera muitas informações e permanecia em sua sombra,  vestiu o capuz do sobretudo longo marrom claro e andou, e andou até chegar à uma cidade próxima onde estava ocorrendo um tipo de festival comemorativo.

▬ Quantas pessoas...

Comentou baixo consigo mesmo, estava um pouco cansado depois de ofertar um pouco de mana para sua escrava, precisava encontrar algo para comer, mas não tinha dinheiro algum, e mesmo que tivesse, duvidava que aceitariam libras ali. Estava quase perdendo as esperanças com seu estômago roncando, quando notou que o festival oferecia comida grátis, aquilo soou como música para si, não demorando para ir até as barracas escolher o que iria comer. Por ali quase todo mundo parecia feliz e animado, as crianças corriam e brincavam, realmente, aquele lugar era diferente de Londres que o céu era quase sempre nublado. O jovem encapuzado de um metro e cinquenta e sete parou na fila para o espetinho de peixe, observava  agitação de algumas pessoas com celebridades e também com artistas pintando quadros, preferia observar aquelas flores coloridas feitas de papel e as luzes em neon na areia. Tentava ficar oculto dos demais, de fato, parecia um mendigo ali, ou talvez um zombie? Quando chegou sua vez, pediu educadamente por um espetinho e esperou ficar pronto, nisso ouviu o som de tiros, e como o gato assustado que era, chegou a dar um pulo de susto e arregalar os olhos comicamente. Agradecia por não estar no meio de um tiroteio, morrer pela segunda vez não seria nada agradável, a competição entre os políticos havia começado, mas estava mais interessado na comida que recebia, segurando pelo espeto e se afastava da barraca, indo para um canto na sombra para observar a movimentação das pessoas.

▬ Também está com fome, Ophidian? Posso pegar um pra você se quiser...

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Re: Visão geral

Mensagem por Adara em Qua Nov 29, 2017 8:08 pm




Adara


   O som da voz das multidões fazia a criatura deixar-se levar para longe da mulher que vinha com ele; seus olhos de um azul grafite - quase alvo - praticamente desapareciam em contraste com o do globo ocular. Deixou sua voz escapar baixo em tom de deboche.

   - Óh! Leblanc, há alguém que gosta de ídolos pops... tais quais não viveram na sua época - Disse ele de forma inaudível para sua companhia, vez que estava tão distante que não mais era possível ver-la. Mas notava o careca junto ao ruivo. Sentou-se à distância cruzando as pernas, e como num simples passe de mágica pode notar tudo. Desde a tentativa do loiro de óculos carmesim em tentar unir-se á sua conterrânea. Também vira o quadro e o velho e como ele se decepcionava ao ter seu título de artista campeão tomado por Adam.

   Via também a chegada dos disparos que acompanhavam o prefeito, ainda muito antes deles sequer acontecerem. Via tudo o que era possível ver naquele lugar. Sequer deixou-se abalar pelas situações corriqueiras que estavam acontecendo. -Supérfluo... - pensou consigo mesmo o homem alvo.

   Àqueles que então ouviram o disparo depois de efetivado, sequer foram capazes de ver que o lentamente ia acontecendo. Seus olhos se fecharam e então tudo se reverteu. . . como num passe de mágica a destruição que sua rainha iria enfrentar era condizente apenas com o seu próprio destino. Todo o agito e comoção do "casal" que acabou formando com ela havia desaparecido.


Ele havia acabado de chegar


   Sem delongas o grisalho sentou-se o mais longe possível, algo que ele já havia previsto que ia acontecer, e quando um dos reis chegou ele pode ouvir sua conversa sem sequer ser notado.Deitava livremente pela sombra, escondendo seu rosto,sua visão,seu semblante na forma de uma pequena e mísera formiga que escondida entre as folhas de uma pequena planta que forçava seu caminho para fora da areia e banhava-se na escuridão do meio-dia.

" LeBlanc... há pelo menos um deles aqui... o que vai querer fazer?" Sua rainha rapidamente recebia essa mensagem, mas sequer se lembrava de ter chegado aquele local com ele; tampouco de saber que ele estava ali e ultimamente deveria ela mesma se proteger dos tiros?

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Mensagem por Nefertari Hubun em Qua Nov 29, 2017 11:00 pm

Não é um peixe no palito que fará minha vontade de ficar aqui aumentar, meu senhor. Não importa o quão bom ele seja.

As palavras podiam parecer rudes a principio, porém ela se esforçou para demonstrar o minimo do que poderiam chamar de sorriso para o homem, demonstrando não ser rude e sim um comentário real. Odiava aqueles eventos, pessoas misturadas e um ambiente aberto sempre foi repudiado pela garota desde que se lembrava. Pegando pelo palito, ela assoprou de forma calma o peixe, estava quente, era óbvio, e por isso não comia de uma vez, começava a mordiscar a casca para enfim chegar em sua carne. Estava suculenta e deliciosa.
O peixe esta delic--..

Não conseguiu terminar a frase, ouviu então a voz do desconhecido, seus olhos sem brilho por causa do óculos carmesim pareciam querer dizer algo além do comum, mas ao ouvir suas palavras, não conseguiu mais falar nada, apenas travou.
"Meu corpo? Por que não se move? Droga!"

Argh... Nek..ron

Ela sussurrou, enquanto sentia o convite ser passado para sua mão, que por reflexo pegou o tal. Seu corpo tremendo parecia suar de forma tão excessiva, estava quente, o suor frio queimava a cada gotícula que escorria. E por fim seu corpo voltou ao normal quando ouviu os tiros.
Veja oque é isso

Disse sozinha mais uma vez, não terminou de comer seu peixe, jogou ele no lixo próximo enquanto caminhava em direção ao ruivo, guardou o convite no bolso da calça enquanto se aproximava daquele homem.
Diga-me, onde ele esta? Esses tiros, o que esta acontecendo?

Questionava antes mesmo de conseguir chegar próximo o suficiente para pegar em seu colarinho, puxando-o para perto, encarando seus olhos com certa raiva, um dos motivos dela ser conhecida, sua raiva e sua irá.
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Re: Visão geral

Mensagem por Ophidian em Qua Nov 29, 2017 11:15 pm

Ele caminhava como se estivesse procurando por alguém ou alguma coisa, já estava se esgotando por ele, porém quando viu que estava se aproximando de um aglomerado de gente era quase inevitável que seu corpo se movesse para o lado do garoto.
"Waffle-kun, vamos comer algo, se alimente, depois me de seu líquido Waffle-kun"
Como de costume apenas o garoto ouviria a voz dela em sua mente, porém todos poderiam vê-la com o kimono preto e um olhar sedutor, o belo e gentil sorriso nos lábios. Ambas as mãos nos ombros do pequeno, forçando ele a caminhar por entre as pessoas para comer algo.
"Você gosta de peixe, Waffle-kun? Coma peixe"
Ecoava na mente dele enquanto ela se aproximava da barraquinha do rapaz que vende peixe.
Me vê peixe, quero dois peixes, por favor... Meu Waffle-kun quer peixe... — Ela gemia entre as falas enquanto debruçava no balcão enquanto aproximava os lábios do garoto, que por sua vez provavelmente não conseguiria olhar para outra coisa que não fosse o decote da garota.
Ele quer... Peixe... Por favor...

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Re: Visão geral

Mensagem por Nekron em Qui Nov 30, 2017 12:21 am

Ela era muito preocupada, não sabe o motivo de ser sua amiga ainda, mesmo que forçando ela a ir naqueles eventos que pareciam suspeitos, nada acontecia de fato, talvez todos devessem se acalmar e simplesmente deixar para outro momento. Estava já desistindo daquela festa e quase pedindo para ir embora, o cheiro da comida lhe enjoava, o rapaz com aquelas frituras era como o cheiro do próprio inferno. Quando estava prestes a pedir um peixe mal passado, ou seja, cru, sim, seus gostos eram peculiares, a garota loira ouvia a voz de sua amiga.

Devo segui-lo? Perguntou antes dos tiros, e apenas acenou ao ouvir a ordem de sua superior. Estava usando uma calça do exército verde e uma regata branca com uma jaqueta curta de couro da cor preta. Seus cabelos loiros quase brancos escorriam como água pelos ombros, os olhos tão escuros que quase parecia não ter parte branca para macular aquele olhar.

Isso parece ser obra daquele maldito! Seguiu em direção ao palco enquanto subia, ela tinha o distintivo de policial, então era com o argumento de "segurança" que conseguiu se fazer presente, próxima o suficiente para que ninguém tente gracinha para cima do herói ou até mesmo para cima daquele ser maldoso.

Sou da segurança do evento, ficarei aqui para evitar problemas.Dizia aos candidatos.
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Re: Visão geral

Mensagem por David Kannenberg em Qui Nov 30, 2017 12:26 am

O primeiro pedido entregue foi o da detetive que chegou antes, em seguida o do rapaz que falou com ela, peixes fritos com muita habilidade e no ponto. Aparentemente sua tentativa de melhorar a expressão da cliente foi uma falha e por algum motivo parecia ter ficado ainda pior depois que recebeu o convite para jantar, apesar de ter ouvido bem o que o rapaz disse, não entendeu nada.
Finalmente havia chegado o momento do debate e essa era a deixa do vendedor no festival. Tinha uma opinião quase formada com relação aos candidatos à prefeitura e, para ele, Shariz parecia ser apenas o menos pior então não queria ficar para ver o teatro. Quando pensou em guardar as coisas para ir embora começou o tiroteio, fazendo-o se abaixar atrás do balcão.

— Lá vem o babaca. — Murmurou e esperou o barulho cessar para levantar-se novamente. — Apesar de tudo, espero que o menos irresponsável vença o debate.

Como haviam apenas dois peixes sobrando, esperou um pouco para vende-los antes de sair e felizmente não tardaram a chegar dois clientes, um jovenzinho com aparência de estrangeiro e uma mulher com roupas de quem ''ganha a vida fácil''. A entrada ridícula de Ivanov deixou o rapaz de mal humor, não parecia mais muito cortês mas ainda se mantinha educado.
Realmente os olhos do mercante se fixaram nos peitos da mulher conforme ela se debruçava no balcão, mas não por tempo o suficiente para ser constrangedor.

— Em um minuto! — Respondeu antes de colocar os dois espetos no óleo. — Chegaram a tempo de pegar os últimos, hoje deve ser o dia de sorte de vocês, espero que se divirtam.

Assim que terminou, entregou o pedido, desligou os maçaricos e fechou as panelas. Jogou no chão o gelo da caixa de isopor, botou os bolinhos restantes nela e a levou junto, buscaria o resto outra hora. Sua expressão era obviamente desgostosa, diferente de poucos minutos antes.

MDT >>> Rua vermelha.

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Re: Visão geral

Mensagem por Admin em Qui Nov 30, 2017 12:26 am

O membro 'David Kannenberg' realizou a seguinte ação: Rezem


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Re: Visão geral

Mensagem por ( Wavɵr Vɵlvɵt )ㅤ em Qui Nov 30, 2017 3:52 am

Era praticamente empurrado pela escrava, estava mesmo com fome. Não podia deixar de ficar vermelho quando ela se referia à mana como "seu líquido", de fato mana podia ser passada de muitos modos, mas o mais rápido seria por beijos. Da última vez, havia sentido claramente quando Ophidian lambera sua alma, era uma sensação assombrosa e excitante ao mesmo tempo, era difícil resistir aos pedidos dela.

▬ Eu gosto de peixe...Certo, vai ser peixe...

O modo como ela pedia para o atendente lhe fazia arrepiar, o que ela era? Uma succubus?! Um youkai fantasma poderia ser tão sedutor assim?

▬ Espere só um minuto, logo o pedido ficará pronto...

Percebeu que ela estava muito perto do atendente e a puxou para que ficasse ao seu lado, erguendo o indicador para ela.

▬ Logo vou te dar mana, aguente um pouco...

Virava-se para o atendente, ouvindo-o dizer que eram os últimos e aquele era o dia de sorte deles.

▬ Obrigado, espero ter um pouco de sorte.

Pegou o lanche e foi para trás de uma árvore, aonde tinha várias flores de papel pelo chão, estendia um dos espetinhos para Ophidian.

▬ Aqui! Vamos comer.

Cruzou as pernas e mordeu um pedacinho do espetinho, fazendo uma careta, era fato que seu paladar era muito fresco para frutos do mar, mas parecia a única coisa melhorzinha por ali, não queria se arriscar no cachorro quente russo. Bateu no chão ao lado para que ela se sentasse próximo a si, estava se acostumando com a presença dela, mas ainda tinha muitas perguntas sem resposta.

▬ Ei...Foi você que me reviveu?

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Re: Visão geral

Mensagem por Adam Aesland em Qui Nov 30, 2017 4:15 am

Apesar de todos os sons de pessoas falando, gritando, comendo e ate mesmo xingando, as ondas sonoras da música chegou doce com o vento passava gentilmente pelos ouvidos do loiro que a apreciou ao fechar os olhos, e apesar de várias misturas de sons, quando se ocultava a visão se concentraria ainda mais naquela bela música. Abriu os olhos arregalados e surpresos ao escutar uma voz familiar por perto, e aquela voz ficou se repetindo em sua mente como um disco de vinil arranhado, e, quase imediatamente se lembrou de sua infância sofrida e se perguntara se estava pronto para olhar para trás.

- V-Vo... Você..

Pareceu que havia perdido o dom da fala, sua língua travada com as palavras na ponta da língua não puderam pronunciar uma letra sequer, das quais ficaram apenas na sua cabeça seguido de uma salada de frutas de sentimentos, ódio, amor, enquanto engolia com a garganta seca. Por trás daqueles óculos haviam olhos mergulhados na margem de uma piscina de lágrimas que não deixou escorrer, parecia levar um século para tomar coragem e se virar para trás, mas por um impulso junto com as batidas do coração aceleradas ele virou e viu o rosto de seu pai em meio a multidão, deu uma boa olhada e seus olhos já não eram mais de um adulto, mas sim, os de um garoto.

- Então… Até você.

Não falou muito alto, mal-acostumado na presença de seu pai. Os dentes começaram a ranger uns contra os outros, vindo de uma raiva infantil e antiga por aquele desgraçado ter lhe deixado depois de prometer que nunca morreria. Deu alguns passos curtos para ficar frente a frente com aquele homem, o encarando com o rosto um pouco inclinado para cima por ser alguns centímetros mais baixo, tirou os óculos do rosto antes de responder, foi quando olhou olho no olho como se suas pupilas tremessem sem saber o que sentir.

- Eu irei ao jan…

Foi quando sua fala fora interrompida por disparos próximos, tiros, que faziam algumas pessoas correrem de medo, tamparem os ouvidos, mas o barulho não foi muito intimidador para o jovem, que esquivou o rosto por um momento, ate voltar o olhar para o mais velho.

- Eu irei ao jantar se você beber comigo.

Mesmo com os tiros e diversos gritos de desespero, ele ouviria sua condição. Seria a primeira vez que beberia acompanhado de seu pai.

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Re: Visão geral

Mensagem por Ophidian em Qui Nov 30, 2017 4:22 am

Sentiu seu corpo ser puxado pelo jovem mestre, aquilo não apenas fazia a mulher sorrir ainda mais sedutora como também ela respeitou o desejo de seu pequeno mestre, colocando ambas as mãos nos ombros dele, deixando os seios em cima da cabeça do menino que poderia se sentir meio desconfortável com aquele jeito. Mas o sorriso lentamente de sedutor passou para um sorriso gentil preocupado, não queria preocupado.

Waffle-kun, não me sinto confortável aqui. — Ela sussurrou enquanto percebia o homem falar sobre sorte, esse homem parecia estar com medo de algo, parecia estranho, o cheiro dele. Ergueu o rosto em direção a ele forçando uma fungada no ar, absorvendo pelas narinas o cheiro que ele exalava.

Esse homem... Eu quero seu líquido. Waffle-kun... — Caminhou lentamente até à arvore, sentando-se ao lado do garoto, encostando as costas na madeira que bagunçava mais ainda os longos cabelos.

Sim, Waffle-kun... Eu te revivi pois você tem o único líquido que eu desejo, o perfume e o sabor que eu quero e aceito ao meu lado. — Aproximou os lábios da orelha do garoto, passando a ponta da língua gélida e úmida contornando a orelha do pequeno antes de enfim mordiscar o lóbulo.

Mas eu não me sinto bem aqui. — Ela voltou os lábios à comida, mordiscando com força o suficiente para arrancar até parte do palito caso conseguisse pega-lo.

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Re: Visão geral

Mensagem por Tannhauser em Qui Nov 30, 2017 4:32 am

Aquilo agora foi um tanto curioso.

Em um momento em que voltei a olhar na direção da detetive e um homem esquisito e fortão de óculos vermelhos se aproximou dela. Claro que não ouvi o que ele disse, mas ela pareceu paralisada como se fosse por efeito de alguma cantada tão suja que ela precisou de um tempo para digerir tamanha ousadia direcionada a sua pessoa. E o homem em seguida lhe entregou o que parecia ser um bilhete, talvez um cartão de visita.

Levei a mão ao rosto cobrindo a boca batendo os dedos em minha bochecha enquanto agora meu olhar acompanha o misterioso homem em seu passeio. Ele olhou para LeBlanc por um momento, nada de estranho nisso, ela é um imã de atenção, mas ele não ousou se aproximar demais da atriz ao invés disso ele acabou indo em outra direção a interagir com um ilustre desconhecido que também atraiu bastante atenção para si.

Vejam bem, eu não estava apenas curioso, eu estava desconfiado. Minha experiência no que eu faço me manda ficar de olho nos estereótipos, isso muitas vezes me faz ser confundido com um puta racista e xenofóbico, mas convenhamos que quase 100% dos homens com caras de mau são mesmo do mau, e quando caras do mau dão calafrios em policiais durões como Hubu, é sempre bom ao menos conhecer o nome do sujeito.

O problema é que eu deveria fazer isso com discrição. Não posso chegar nele e perguntar... Eu poderia perguntar para Hubu, mas ela parece ser do tipo que atira primeiro e responde depois.

Ah, eu me distraí um bocado, mas voltei ao contexto quando ouvi anunciarem o nome de Shariz.

Shariz... Eu tive que levantar pra poder ver. Os outros no palco não me interessam, mas eu realmente admiro Shariz. Eu não deveria, né? Não estou do lado dos heróis, justamente não tenho vocação para salvador, mas gostaria mesmo de ser como ele.

De verdade, estou até batendo palmas pro cara.

Hubu morderia os lábios e não olharia feio pra ele, LeBlanc não ignoraria sua existência e as duas provavelmente topariam um treesome casual se ele as convidasse. Porque é claro que sim, “fick”.  Ele é o Shariz. Olha pra ele... Ele é bonitão, estiloso, heroico, provavelmente muito bem dotado, e nada (em absoluto) naaaadinha de corno.

E o que que eu sou comparado a ele? Nem estou entre os melhores do meu ramo. Deus abençoe Onkel por ele me ajudar nisso, mas ele também não é a minha arvore de dinheiro, minhas dividas continuam crescendo e meus índices de sucesso começando a cair. Estou mesmo ficando... Opa!

BAM! BAM! BAM!

Eu me assustei agora... Isso que ouvi o pareciam tiros?

Eu saberia distinguir a diferença, sei como soam o barulho de armas de fogo e como soam explosões de fogos de artifício. Mas não tive tempo de raciocinar isso, pois acabo de ver aquela assustadora policial, livrando-se de seu petisco recém comprado e guardando o bilhete em seu bolso para vir na minha direção com as mãos livres. Ela estava mesmo querendo me surrar, não é? E eu estou mesmo temendo por essa perspectiva.

Dou uns passos pra trás parando com as costas na bancada do quiosque. Não dava pra me afastar mais...

- Ou-ou-ouoh…! – Me atrapalho nas palavras querendo pedir calma nessa hora e ela me agarra pelo colarinho de meu casaco. Ela me obriga a encará-la nos seus olhos irados enquanto tento manter minhas mãos afastadas de seu corpo temendo que isso fosse a motivação que faltava para ela me socar. Eu precisava responder para ela com precisão algo que eu também queria saber.

- E-eu não quero confusão, senhorita! – Agora ela podia tomar nota do meu sotaque alemão, isso certamente impediria dela perceber que tenho problemas para dirigir a palavra a mulheres bonitas, principalmente quando elas me olham diretamente nos olhos. Estou preocupado em não parecer estupido, acabo desviando o olhar um pouco, mas mesmo assim enxergo uma interessante oportunidade... Ahff, mas eu vou parecer tão patético fazendo isso...

- E-eu juro que não o vi saindo! Eu não sei o que está “geschehen” agora, senhorita! – Ponho minha mão tremula sobre o ombro dela. Ela quer continuar olhando-me diretamente nos olhos, mas se o olhar dela se desviar para alguma direção, espero que se desvie para seu ombro tocado por meu “tremelique” e enquanto ela mantem sua atenção onde eu quero, meus dedos leves da outra mão deslizam para o bolso da sua calça para puxar o bilhete do homem para fora permitindo que o mesmo caia no solo. – Não! Não! Não na minha cara! Não na minha cara! – Estando o bilhete no solo, posso levar a mão ladina para proteger meu rosto enquanto piso no bilhete para afundá-lo na areia para que Hubu não tenha chance nota-lo alí caído de seu bolso.



[A seguir o teste de sorte exigido pelo staff.]

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Re: Visão geral

Mensagem por Admin em Qui Nov 30, 2017 4:32 am

O membro 'Tannhauser' realizou a seguinte ação: Rezem


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Re: Visão geral

Mensagem por The Entity em Qui Nov 30, 2017 2:15 pm



Um evento político poderia ser ótimo para seu amo, não fora atoa que seus argumentos pertinentes fizeram-no sair da toca e se juntar aos outros naquele debate. Ela gostava de debates, tinha interesse em política ainda mais naquela terra estranha que havia gentilmente “aterrissado”, mas pagou um preço meio caro em convencer Adam a ir: ele iria escolher o que ela ia vestir porque...

UM QUIMONO NÃO ERA ADEQUADO.

Sinceramente ela não entendia ocidentais, na sua terra, todo mundo ia a festas como essa ( aquele lugar parecia um festival, diga-se de passagem), de quimono, não deveria ser tão estranho assim, ainda mais porque ela tinha muita cara de japonesa. Não importava, Adam já tinha decidido a veste com aquele senso artístico excêntrico que ele tinha, trouxe-lhe um vestido em tons de amarelo que descia em um degradê alaranjado lembrando folhas de outono, não era curto nem exibido, acinturado, vinha com uma faixa bonita amarrando a cintura deixando-a bem feminina. Convenceu-o apenas de usar os kansashi, as pregadeiras japonesas, as suas para essa ocasião tinham alguns girassóis vibrantes dourados, que se destacavam no rabo de cavalo alto onde os prendera.

Adam fora na frente para a festança, ela se distanciou soturna para observar as redondezas e que tipo de pessoas frequentavam o local, não que ela não estivesse prestando atenção no seu senhor, nada escapava do seu olhar, mas sinceramente ela não ia se meter em lugares que não conhecia a apenas observar alheiamente os fatos, afinal se tinha algo que o destino adorava colocar nos encalços das pessoas, era uma coisa chamada desgraça. Circulou o local, comprando até algumas coisas para comer, frutos do mar que era o que estava mais acostumada e o que parecia ser de melhor ali, afinal estavam em uma ilha.

Curiosa, se embrenhou em meio a multidão que se aglomerava para ver uma mulher alta que parecia famosa. Ela era bem bonita, parecia gostar de câmeras também e de alguns paparicos, certamente influenciava muitas pessoas e até acalentava alguns com sua gentileza, embora deixasse seu acompanhante um tanto deslocado. Havia também uma figura morena que parecia ser tão estrangeira quanto si, talvez ela chamasse tanto atenção de algumas pessoas que merecia olhares de dois homens – que fingiam disfarçar muito mal – que estavam observando-a.

Por um momento ela achou que estavam em flerte e o engraçado foi que um outro homem, cortou o caminho oferecendo-a um convite. Deu até um sorriso achando a situação interessante e no mínimo engraçada, mas algo revirou seu estômago um pouco e isso era difícil de acontecer com alguém de fibra como ela. Aquelas feições lhe eram familiares, o nariz fino e o perfil aloirado quase branco, franziu o senho tentando se recuperar daquela sensação de forma inútil até que ua atenção desviou no susto para a salva de tiros, deixando-a ainda mais em estado de alerta.

"Que espetáculo mais inútil." - pensou balançando a cabeça negativamente.

Tinha algo errado ali, fareja isso em todos os seus instintos, e isso não era somente pelas pessoas diferentes que haviam ali ( uma delas incluída seu amo que estava fazendo uma demonstração fervorosa de arte), mas sim por um clima de paz que parecia o silêncio antes de uma tempestade, o que a fez se afastar um pouco procurando um lugar seguro para respirar.

Homens e seus aparelhos modernos também não estavam ajudando, toda aquela estática e magnetismo a deixavam meio “cega”, por isso sentou-se e cruzou as pernas em posição de lótus, juntando as pontas dos dedos em meditação abaixo de uma árvore, e um vez notando que não havia nada próximo que pudesse perturba-la ou notar sua presença, ela entrou em estado transitório. O calor da manhã já lhe era revigorante, o que tornava seu trabalho mais fácil, concentrou-se a canalizar a energia nas mãos, sentindo-as esquentar no processo a passar como uma onda de calor para o resto do corpo. Já era o suficiente, os brincos em formato da jóia Xintô magatama adquiriam um tom avermelhado, tão vibrante quanto sua energia, que se dissipou em um calor mais intenso ao que abria os olhos amarelados em um vibrante espectral.

_ Bem melhor...


Se ergueu em um espreguiçar e seguiu animada para a festa novamente, obviamente estava se divertindo com ataques histéricos – principalmente de adolescentes – que pareciam ter perdido a carga de baterias e afins, evitando que postassem em algo engraçado chamado Instagram.

Rindo, pegou uma bebida e uns aperitivos deliciosos, procurando então seu amo, que deveria estar mais em uma competição de “Pintura maluca com um velho gagá”.

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Mensagem por Elijah Aesland em Qui Nov 30, 2017 5:47 pm

Encontrar seu filho no meio daquela "guerra" era na melhor das ocasiões, exaustivo. Não foi um pai exemplar, muito menos um pai comum, não ficava em casa por ter que viajar sempre e cuidar das políticas nos momentos que estava em seu país. O olhar estava fixo atrás dos óculos carmesim, encarava o garoto com frieza no olhar e na postura, não ia abraça-lo e muito menos cumprimentar de maneira mais direta. Acenou com a cabeça enquanto ouvia o tiroteio, na realidade, não se importou absolutamente com nada que estava acontecendo além do olhar de seu filho, parecia querer repreender ou até mesmo agredir o pai ausente. O rei nortenho, uma vez que sempre fez tudo pela família, ao ser traído pela esposa e torturado até restaurado por aquela mulher, talvez sua essência tenha se perdido naquela igreja.
Beber? Você deve se libertar desses vícios mundanos e carnais. — Comentou enquanto caminhava lentamente em direção a ele, ficando próximo o suficiente para sentir o cheiro de seu próprio filho, um cheiro de guerra, um cheiro de sangue. Cerrar o olhar talvez não demonstrasse o quão curioso ficou com aquele garoto, não tinha visto ele crescido porém ele tinha o mesmo olhar de sua mãe, e isso consumiu e despertou não apenas o desprezo interno mas também a irá do rei, trincou os dentes que ficaram visíveis ao descolar os lábios antes de falar novamente com sua prole. — Você esta aqui pelo mesmo motivo que eu, e caso eu não esteja enganado você esta sentindo o mesmo que eu em relação a isso tudo. — O rei dizia em relação ao que sentia no evento, não queria estar ali, mas sabia que muitos iguais estariam, e era uma ocasião boa para convidar todos de uma vez.

Venha. Precisamos ir. — Ambas as mãos estavam nos bolsos da calça social negra, virou o corpo em direção a saída. Todos pareciam se divertir, o olhar do rei estava sério, cauteloso e um pouco enigmático para os seres comuns, mas o que ele sentia não podia ser ocultado por qualquer tipo de magia, estava com ódio. Provavelmente aquela mulher se excitaria por vê-lo daquele jeito, uma vez que na igreja ela parecia se estimular com a capacidade do rei de se irritar e demonstrar explodindo de raiva e fúria. Mas antes de caminhar rumo à sua casa, o rapaz precisava fazer algo, já havia convidado Hubun, mesmo que ela não fosse quem pensava, o que era muito raro isso acontecer, sua intuição lhe deixar na mão. Era sempre bom ter uma policial junto a si.

Garoto. — Disse em voz alto ao chegar perto do casal que estavam sentados em baixo de uma árvore. O rei encarava-os de cima como uma divindade, divindade essa que encarava-os de maneira fria o suficiente para que eles gelassem. — Você foi convidado para esse jantar. Apareça nesse endereço. — Retirou um novo convite do bolso, entregando-o para Waver, o garoto inglês. Não encarou muito a mulher que estava com ele, não demonstrava interesse nela e isso poderia parecer confuso para todos aqueles que encarassem aquela mulher, alias, ela chamava atenção ainda mais doque a própria atriz.

Após entregar o convite, sem falar absolutamente nada o rei se virou e caminhou em direção à atriz que antes estava interessado. Foi rápido, precisava ser rápido, retirou o convite e colocou no colo da atriz, ela estava sentada e como uma celebridade provavelmente não se importaria daquele gesto. — Apareça. — Sussurrou antes de se afastar lentamente e voltar à entrada do evento, não sabia se seu filho estava lhe seguindo, e por isso teve que esperar, esperando ele e provavelmente sua companheira.
Vem?

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Re: Visão geral

Mensagem por Wynonna em Qui Nov 30, 2017 6:21 pm

Bom? Ruim? Não dava para saber como o evento estava, alias, cada um parecia sentir algo diferente, mas de alguma forma David, Elijah, Adam e Nefertari sentiam algo ainda mais estranho. Eles sentiam um certo carinho e apego por Dimitri. Eles pareciam não sentir repreensão por ele e por isso eles precisavam ouvi-lo e até toca-lo de alguma forma.

Mas algo estava ainda mais estranho para todos no evento. Lentamente os eletrônicos paravam de funcionar, celulares, caixas de som, tudo parou de funcionar, até mesmo as luzes que começavam a acender pareciam parar de funcionar.

"Mas o que é isso? Temos que encerrar o evento mais cedo! Todos para casa!!"
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Re: Visão geral

Mensagem por LeBlanc em Qui Nov 30, 2017 6:39 pm

Estava se divertindo, os fãs quando em público e não na internet eram todos gentis e muito simpáticos, o sorriso de felicidade no rosto da mulher era real, ela estava feliz por estar ali, com aquelas pessoas. O dia estava maravilhoso e mesmo que logo após de Adara, ela conseguisse sentir a presença de mais seres, ela não se manifestou ou mudou o rosto sorridente.

Parem com isso, vocês são demais... Agora olhem o Dimitri, ele esta lindo hoje.

Não era do tipo que puxava os aplausos para si, ela gostava de ver que o meio artístico estava muito maior do que em sua época, mas queria que todos olhassem aquele rapaz para que ela conseguisse escapar com sucesso. Antes de se levantar, pegou o convite e ouviu as palavras do loiro, realmente, iria naquele evento apenas por já saber praticamente o que ele queria e quem ele era.

"Vamos sair daqui, Adara. Vamos voltar. Preciso de seu poder."

Pensou ela enquanto caminhava em direção ao companheiro, esperando que ele desse um jeito de sair dali com ela, e mesmo que não desse, ela andaria até onde estava alojada.

MDT - ?

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Re: Visão geral

Mensagem por Admin em Qui Nov 30, 2017 6:39 pm

O membro 'LeBlanc' realizou a seguinte ação: Rezem


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Re: Visão geral

Mensagem por Adara em Qui Nov 30, 2017 7:18 pm




Adara


   Assim que a dupla de aliados se levantou, a formiga tratou de regressar preso sobre uma parte da bota da mulher. Ela simplesmente ia escutando tudo, se ele era o revivido então ela era aquele que o trouxe... mais um como eles. Um sorriso brotou, brotaria se não fosse a sua forma, e então ele notou Adam e sua atitude.

   "Oh! Então estás a recrutar outros reis.... Shishishishi" Com o mínimo de informações já era possível saber o que ele queria. Mas antes mesmo que pudesse fazer qualquer coisa, ouviu o comando da sua ama. Sua decisão poderia por fim aquilo, mas deixaria ela se divertir um pouco mais e assim aceitou suas palavras.




   Tempos infindáveis e imemoriáveis se passou pelos olhos de sua ama até que puff.


A presença da dupla Adara e Leblanc nunca sequer chegou a aparecer nesta festa

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Re: Visão geral

Mensagem por Nefertari Hubun em Sex Dez 01, 2017 12:55 am

A mão do rapaz era muito atrevida, não era para onde ela deveria ir, o bolso de trás da calça da detetive, ela sentiu o toque dele naquele lugar, talvez ele estivesse atrevido ou bebido demais, porém não é algo que ela aceitaria, ainda mais com um tiroteio tão recente. Aplicando uma rasteira no garoto, levou ele ao chão, colocando o joelho direito em cima da barriga dele, apertando-o com certa força, apenas para machuca-lo antes de vira-lo e algemar o garoto.


Vou ver se acredito em você na delegacia

Finalmente algo que animou a festa. Porém as luzes no céu e a queda aos poucos de todos aqueles seres preocupavam a mulher. Não podia deixa-lo ali sozinho, ele fugiria, mas é claro que aquilo não era um ataque terrorista, era nítida a preocupação da mulher.


Nekron, suma.

Disse sozinha enquanto, segurando ele pelo braço, levantou do chão. — Você vem comigo de qualquer jeito.
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Re: Visão geral

Mensagem por Tannhauser em Sex Dez 01, 2017 5:47 am

Ah não!

Talvez eu tenha me movido inconscientemente por causa do nervosismo de estar tão perto assim daqueles olhos, mas eu acabei passando meus dedos pelo lado de fora do bolso dela e então... eu não sei bem o que aconteceu, mas eu acho que posso ter beliscado o "Hubun" dela.

Bater carteiras não é a minha especialidade, então eu admito que eu estava exigindo muito da minha sorte que já não é muito simpática comigo.

A areia amorteceu minha queda depois que me foi aplicada aquela rasteira, mas eu não tinha nada para me defender contra o abuso dela em apoiar-se com o joelho sobre minha barriga.

- Uhhf! - Ela é magra, mas é pesada, isso doí demais e vai me marca para nunca mais negligenciar os exercícios abdominais.

Havia uns bons motivos para não resistir a prisão, mas era por pura vergonha que eu me comportava e tentava não comer areia enquanto ela me algemava. Estava realmente constrangido por ter dado a impressão de que eu a molestei de propósito, na verdade me sinto tentado a esclarecer agora mesmo que eu só queria furtar ela, mas isso só tinha potencial de complicar ainda mais a minha situação.

A mulher agora disse algo e eu quase pergunto - "O que?". Pareceu que ela estava falando comigo, mas eu posso apenas ter ouvido errado. Na sequencia ela declara que eu serei levado com ela...

Agora estou torcendo que seja apenas uma surra, isso seria bem melhor do que a prisão. Sem querer parecer convencido, mas vocês entendem que eu sou bonito demais pra estar seguro numa cadeia, especialmente uma cadeia russa, não entendem?

Por outro lado... me veio o temor de que ela decida me matar.

Eu não tenho muito apego a minha vida, no meu ramo as pessoas costumam não durar muito tempo em liberdade ou em vida então eu "meio que" aceitei essa perspectiva e só espero a minha hora chegar.

Mas não pode ser agora.

Tenho uma promessa a cumprir comigo mesmo.

Eu tenho que continuar vivo não importa o que aconteça.

Eu jurei que não vou morrer virgem.

O que? ... "Fick", eu falei sério quando eu comentei que tenho problemas para falar com mulheres.

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Re: Visão geral

Mensagem por Nefertari Hubun em Sex Dez 01, 2017 1:28 pm

Ele parecia muito quieto, de certa forma o mundo inteiro começou a parecer quieto e silencioso por causa daquele brilho, todos que eram "comuns" aos poucos desapareciam e isso preocupava não apenas por ser uma detetive, mas por ter amigos e conhecidos que realmente se importava. Por alguns segundos ficou parada, quieta, não sabia o que fazer e nem para onde levar aquele homem, a mão direita que segurava-o pelo braço, apertou com certa força, talvez deixasse marcas nele.
Oque esta acontecendo...? Porque não estamos sendo afetados por aquilo?

Perguntou com certo receio de já saber a resposta, ela pelo menos sabia a resposta mas estava tentando tirar algo dele, talvez ele já tivesse invocado ou convocado alguém que esta por perto, perto o suficiente para que isso passe a ser uma briga 2x2, mesmo ele estando algemado.
Parece que todos estão caídos. Temos que ir para um lugar seguro. Onde você age?
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Re: Visão geral

Mensagem por Adam Aesland em Sex Dez 01, 2017 5:33 pm

Das lembranças que havia de seu pai, ele não teria mudado nem um pouco, era obvio que o seguiria, afinal ele seria o mais próximo de uma figura guiadora que teve. O seguindo com alguns passos afastado para evitar suspeitas. Foi então que encontrou a mulher que buscou a maior parte daquele maldito evento, ela parecia estar se divertindo. Chegou tão próximo daquela mulher que o corpo quase colou no dela, colocando os lábios próximos de sua orelha.

- Precisamos sair daqui, En. Vamos.


Falou com um sussurro rápido, esperou que ela o seguisse enquanto toda a energia daquele lugar deixou de existir, baterias, sons, iluminação, tudo se apagou como soprar uma vela. Pouco tempo depois as pessoas começaram a cair no chão como se fossem bonecos adormecidos. Mas o que era aquilo vindo do céu? Por um momento de desespero profundo nos olhos do jovem que parou de se mover para presenciar o que parecia uma revolta dos Deuses contra aquela Terra, monstros, demônios, ou gárgulas? Não faria diferença, eles vinham para devorar aqueles caídos. Finalmente se lembrou de estar la, no inferno, em flashes de memórias lembrou da dor, da raiva de ser acorrentado e preso em meio a chamas infernais e de seres que lembravam estes que vinham, o inferno estava caindo sobre a Terra como o fim do mundo. Estava com Elijah na mira dos olhos, não o perderia de vista, e foi com essa liberdade que raspou os dentes de raiva contra aquelas feras que estavam em todo lugar.

- Vamos.

Respondeu o mais velho, iria com ele junto com sua companheira, mas não antes de matar uma daquelas coisas. O sangue de Adam fervia de excitação por uma batalha, não poderia evitar o sorriso que se curvou discretamente em seus lábios exibindo o canino que mordia o lábio inferior com prazer a ponto de uma gota de uma lágrima de sangue quase escorrer se não fosse pela língua que lambeu os lábios atrevidamente naquele campo de batalha. “Finalmente uma batalha” era o que pensava, como um vicio pior do que cocaína ele partiu pra cima do mais próximo que viu, que estava distraído com um daqueles corpos. A palma da destra ficou totalmente virada para o chão, foi quando um furo apareceu em sua veia, e ela espirrava como um chafariz vermelho que tomou forma apenas da margem de um circulo, que girava de forma cortante próximo de seu corpo, espalhando da tinta vermelha aos arredores.

- Eu lembro de vocês. - Dessa vez falou com um daqueles monstros que perdeu seu braço após a lâmina de sangue ter transpassado por sua pele com a facilidade que uma tesoura corta um papel após a fala daquele jovem enfurecido. - Vocês me torturaram – Foi quando aquela mesma fera, que agonizada de dor tentou se arrastar, aquele bambolê de sangue teve sua forma trocada para estacas que foram pregadas nas costas das pernas de forma nem um pouco gentil e como se aquele sangue fosse sólido. Deu poucos passos ate alcançar sua vítima que estava presa no chão, Adam se ajoelhou pegando com força na nuca daquela criatura a afogando contra a areia. - Sabe de uma coisa? Vendo vocês, eu me lembro bem do inferno, isso me irrita. . - Deu, finalmente, o golpe de misericórdia atravessando o coração da criatura com a destra, perfurando com ódio e com força.  Viu um lenço na mesa logo ao lado, foi usado para limpar as mãos e a boca tingindo a cor de branco para vermelho, jogado no ar e fora soprado pelo vento, usando a manga para cobrir o pequeno ferimento que havia criado para aquela brincadeira, todo o sangue de Adam que havia dançado já retornou para seu corpo, caminhando em rumo a seu pai e sua acompanhante.

- Agora podemos ir.

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Re: Visão geral

Mensagem por ( Wavɵr Vɵlvɵt )ㅤ em Sex Dez 01, 2017 9:30 pm

Permanecia com cara de tédio enquanto a escrava colocava os seios em sua cabeça para se apoiar, esperava que eles fossem fritos para poder voltar para debaixo da árvore. Assim que conseguiu, foi com ela e se sentou, oferecendo um dos espetinhos, o que não estava esperando era aquela resposta acompanhada de acarícias sensuais com os lábios e a língua, por Deus! Ela não iria parar de lhe provocar nunca?? Não era como se não gostasse de atenção, mas ficava bem sem jeito.

▬ ...Quer se decidir? Ou eu como, ou dou o "liquido" ou saímos daqui, mas os três ao mesmo tempo não dá! Ah, essa parte eu entendi...Apenas não estou entendendo o que isso tem a ver com a guerra do santo graal, não parece com nada que já tenha lido a respeito...E-Ei! Se fizer isso eu vou...Hm?

Ouviu alguém lhe chamar e olhou para o outro lado enquanto Ophidian comia, a visão daquele homem alto era intimidadora, o que ele poderia estar querendo? Seu olhar era frio o bastante para deixa-lo hesitante e já fechar a cara, mas em seguida com a entrega do convite mudou a expressão para de curiosidade, pegando o cartão com ambas as mãos e piscava ao olha-lo.

▬ Convidado? Mas quem é v-...

Antes que pudesse terminar de falar, aquele homem tinha se virado e andava para ir embora, suspirou ao ser ignorado tão friamente e voltou a olhar para o convite.

▬ Isso é muito estranho...Primeiro fui teleportado de Londres até praticamente o outro lado do mundo, fui revivido...Eu acho...E estou com uma escrava que me reviveu...Tudo é tão confuso! Será que aconteceu algo semelhante com outras pessoas?

Deixou-se cair nas flores feitas de papel e ficou olhando para a copa da árvore, pensava que talvez pudesse descansar um pouco agora, foi quando aquelas luzes estranhas e barulho de magnetismo começaram, como não estava carregando nada eletrônico, nada seu foi afetado, mas tinha um zumbido chato nos ouvidos que incomodava. Se ergueu e olhou ao redor, a maioria da pessoas estavam caindo em um sono profundo.

▬ Ophidian, vamos embora, agora!


Pegou-a pelo pulso e a puxou para que se erguesse, quando o fez, viu criaturas bizarras chegarem para comerem a forma espiritual daqueles que estavam caídos.

▬ ...M-Mas que coisas são essas???!

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Re: Visão geral

Mensagem por Tannhauser em Sex Dez 01, 2017 11:13 pm

- O que? - Levantei o rosto tirando um momento para cuspir a areia que estava entrando por entre meus lábios. - O que que foi?

Algo aconteceu no momento em que estavamos distraidos, o clarão do céu que antes pensei estar vindo de fogos de artificio estava se apagando como se fosse um holofote, nada parecido como explosões de fogos. Nó céu agora eu via o que inicialmente parecia um bando pássaros, mas eram grandes demais, não eram aves e, enquanto isso, na areia a multidão antes cheia de anergia agora caia como se fosse por exaustão.

- P-porque está me perguntando isso? - Tento me manter na linha com a policial enquanto me revolto com o interrogatório. - Perai, você não vai me culpar por isso também, vai?

Isso é tão novidade pra mim quanto pra qualquer pessoa. Não sei de onde aquele clarão e essas criaturas vieram, não sei porque as pessoas estão caídas e nem o porque de só nós estamos conscientes.

Eu concordo que temos de ir para um lugar seguro, mas ela quer que eu a leve para onde eu "ajo"? Mas como assim? Eu não tenho nenhuma Batcaverna ou coisa do tipo.

Acho que eu poderia dizer: "Certo donzela, siga-me!" e então encontrar um jeito de deixá-la para trás e despistá-la.

- Ei moça. Agrr..! - Dou um jeito de me levantar de joelhos sem ajuda das mãos e sacudo a cabeça pra me livrar da areia. - Eu não quero dizer como fazer o seu trabalho, mas se você tá vendo a mesma coisa que eu, não acha que é melhor me deixar pra lá e chamar reforços agora mesmo?

Quero soar humilde pra não correr risco de sofrer alguma agressão, mas olhei afiado pra ela, eu estava muito sério com isso.

Já deixei claro que não sou herói, mas não quer dizer que eu não tenha nenhum senso de decência. Acho que deve ser fácil pra alguém durona como Hubun deixar isso passar despercebido, mas há adoráveis mulheres e crianças em perigo aqui e como um cidadão não-psicopata que sou eu gostaria de fazer algo pra ajudar, mesmo que seja só com uma ligação para o 190 e dar licença para os heróis de verdade passarem.

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Re: Visão geral

Mensagem por Admin em Sex Dez 01, 2017 11:13 pm

O membro 'Tannhauser' realizou a seguinte ação: Rezem


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Re: Visão geral

Mensagem por Elijah Aesland em Sab Dez 02, 2017 12:13 am

A presença dos círculos no céu não pareciam incomodar o homem, ele que mesmo ao escurecer não havia retirado os óculos carmesim em momento algum, estava praticamente ligado ao seu corpo de alguma forma. Ambas as mãos escondidas nos bolsos enquanto um após o outro, os humanos começavam a adormecer. Os lábios do rei se moldaram, aquela cena "destrutiva" transformou os lábios que antes sérios e meio sem vida agora se tornou um sorriso. Um sorriso tão ameaçador que nem seu próprio filho, que parecia ansiar por uma guerra, partiu correndo para cima das bestas que aos poucos lotavam ainda mais do que os humanos caídos haviam lotado aquele lugar. — LeBlanc... Sua danadinha. — Ela não havia aparecido no evento, ela não havia nem respondido as perguntas que fez nos dias passados, isso deixou o rei com um sorriso realmente insano nos lábios.

Sangue? — Perguntou sozinho enquanto notava os movimentos do insano de seu filho, estava praticamente se matando por conta de seu próprio poder, mas isso não era o estilo dos Aesland... Talvez aquele não fosse realmente o poder dele. Um truque ilusório para o inimigo pensar que seu próprio sangue está a verter? Pode ser, tem que mantê-lo perto o suficiente para conseguir mais informação sobre aquele poder tão magnifico que ele parecia ter dominado com tamanha maestria. — Você é um nascido do sangue. Um verdadeiro Viking. — Talvez fossem as primeiras palavras que seu filho ouviu em forma de elogio vindo de seu pai.
Elijah estava despreocupado em relação aos monstros, porém ao notar que um tentava ataca-lo, mas era estranho, quando esse tal monstro que tentou pular em direção ao rei, ataca-lo pelas costas parecia não ser a melhor das opções, já que ao que ele pulou, era nítido seu corpo inteiro sendo partido em milhões de fragmentos que eram "puxados" para a pele do rei. Seus óculos brilhavam ao que isso acontecia, mas era tão rápido que poucos conseguiam notar o que era. O rei então sabendo que seu filho lhe seguiria, olhou em direção a Waver e sua escrava. — Você quer vir comigo? Ou prefere ficar aqui sozinho?



Olhou para a detetive e o ladrão e então diz. — Hubun, traga-o. Vamos todos para o esconderijo. Talvez ele seja um deles. Ele pode nos ajudar, certo amigo? — "certo amigo" era algo que nunca dizia, porém nas condições daquele ruivo, ele provavelmente aceitaria que era melhor aceitar ajuda daquele homem misterioso. O rei nortenho caminhava em direção à rua, era impressionante a forma como os monstros que tentavam aproximas de seu corpo eram desintegrados e "absorvidos", um após o outro, os presentes provavelmente não conseguiriam explicar oque era aquilo, porém era um poder tão magnifico que com certeza chamava atenção de todos.

Antes de realmente seguir para a rua, parou próximo dos dois que pareciam discutir, a detetive estava pasma com os acontecidos e o jovem parecia não gostar muito daquilo também, virou o rosto em direção ao ruivo e então disse em voz alta para que todos soubessem. — A guerra começou. Um de nossos aliados esta talvez tentando nos matar, iremos nos reunir. Se quiserem vir, me sigam. Ou morram para esses monstros que jamais pararão de seguir. — Olhou em direção à detetive, acenando com a cabeça enquanto sussurrava, apenas ela e o ruivo ouviriam. — Solte-o, ele se não quer nossa ajuda, irá morrer bem rápido.

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Re: Visão geral

Mensagem por ( Wavɵr Vɵlvɵt )ㅤ em Sab Dez 02, 2017 6:57 am

Mal terminava de falar para irem embora, um monstro avançou sobre eles e precisou se jogar para o lado rapidamente para não ser atingido, arregalando os olhos de modo cômico, suas expressões eram sempre exageradas.

▬ M-Mas que coisa é essa?? Golem? Demônio? Seja lá o que for, temos que dar o fora daqui!

O monstro se preparava para atacar novamente, vendo que não tinha muita alternativa, puxou a manga do sobretudo, haviam runas desenhadas no braço direito, usou as pontas do indicador e médio para desenhar no ar o símbolo que representava a runa do fogo, ela se assemelhava com uma coroa de três pontas para cima e arredondada abaixo. Segurou o pulso com a mão livre e mostrou a palma para o monstro, desta formou-se um pequeno círculo de magia no ar com o desenho da runa do fogo, o círculo ficava girando no ar na cor vermelho translúcido. Para invocar a runa das chamas, era preciso de um poder advindo de alguma divindade que pudesse representar tal poder, decidiu qual seria e recitou o mantra de invocação para conjurar as labaredas.

Oṃ Agnidēvāya Namaḥ.....AGNI!

As pequenas labaredas foram lançadas contra a criatura bestial não muito grande, envolvendo-a e queimando seu corpo. As chamas rapidamente se espalhavam e deixavam a criatura completamente em chamas e desespero e provavelmente seria reduzida à pó em pouco tempo. Aquele mesmo homem que lhe dera o convite agora lhe convidava para segui-lo, era estranho e intimidador, mas seria melhor do que ficar ali e virar comida daquelas coisas. Assentiu com a face e colocou o capuz do sobretudo sobre a cabeça.

▬ Vamos com ele, Ophidian!

Esperou que ela o seguisse para ir atrás dele, percebendo que outros também estavam acordados e viriam, não era a pessoa mais sociável do mundo e estava desconfiado e hesitante de ficar perto daquelas pessoas que pelo visto também eram uma espécie de magos. Ouviu o que o maior dizia sobre a guerra ter começado, então aquilo era a guerra pelo graal? Preferiu seguir com ele, aquele lugar tinha monstros mais fortes e não queria acabar virando lanche de um deles.

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Re: Visão geral

Mensagem por Ophidian em Sab Dez 02, 2017 2:57 pm

Tudo aconteceu tão rápido, o tempo das luzes se apagarem e daquelas criaturas começarem a brotar dos círculos mágicos do céu foi tão curto que mal conseguia reagir à todos os acontecimentos tão rápido. Terminou de comer seu peixe frito, colocou-se de pé na frente de seu pequeno mestre, este que parecia estar assustado e não parecia entender do que aquela guerra significava.

"Waffle-kun... Se acalme, eu irei lhe proteger, meu Waffle-kun"

Ela falava apenas na mente do garotinho, seu corpo parecia começar a brilhar em uma tonalidade alaranjada estranha, a garota não queria mostrar seus poderes na frente daqueles inimigos, e por isso usou o palito do peixe que estava comendo.

Waffle-kun, eu segurei você para onde for, eu lhe protegerei.

Disse alto o suficiente para todos ouvirem, notou a aproximação de uma criatura e como seu mestre reagiu à ela tão rápido, sim, ele era especial, ele era capaz de fazer aquilo com tamanha facilidade e destreza, um mestre digno de ser chamado de "rei".
Não teve tempo de admirar seu garoto, a mulher teve que mover seu corpo de forma graciosa para frente, intercalando os passos como uma espécie de samurai correndo em zig-zag para acertar um inimigo, tentando atordoa-lo de alguma maneira com seus passos. Usando então o palito antes citado, acertava o olho da criatura, deixando com que seu sangue escorresse por sua mão.

Vamos, meu rei!

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Re: Visão geral

Mensagem por Nefertari Hubun em Sab Dez 02, 2017 3:07 pm

Era de fato melhor chamar reforços, porém sabia que os reforços jamais conseguiriam lidar com aquilo, seu corpo estava em transe pelo que acontecia, não podia chamar Nekron agora, não nesse momento, não com aquelas criaturas. Conhecia aquela mulher e sabia o que ela era capaz de fazer e por isso preferiu deixa-la no ventre de sua mãe por mais algum tempo. Apertou de forma involuntária o braço do ruivo que parecia estar com tanto medo quanto ela, mas as palavras dele seguidas do homem que lhe convidou para o jantar e sabia mais do que pensava retiraram a detetive do transe.

Ele é um criminoso, eu não posso solta-lo para morrer. De todas as formas ele esta mais seguro algemado conosco, ou não acha? Você tem alguma fortaleza ou bunker onde podemos estar seguros?


Ela era ríspida nas palavras, não era seu jeito soltar criminosos, ainda mais criminosos mágicos como ele aparentava ser, de qualquer forma, ele poderia estar escondendo seu servo ou seu escravo assim como ela estava de forma indireta escondendo Nekron da presença daqueles monstros.

Guie o caminho, vamos nos recolher por hora, precisamos saber o que estamos enfrentando.


Ela disse enquanto empurrava o ruivo para frente, forçando-o a andar rápido seguindo o que estavam convidando-os para algum abrigo. Sua mão não saia do braço do garoto, talvez por medo dele escapar ou algo do tipo, de qualquer forma era melhor manter-se longe de combate enquanto estivesse com aquele garoto sobre sua posse. 
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Re: Visão geral

Mensagem por Admin em Sab Dez 02, 2017 3:07 pm

O membro 'Nefertari Hubun' realizou a seguinte ação: Rezem


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Re: Visão geral

Mensagem por The Entity em Sab Dez 02, 2017 4:47 pm

Aquele espetinho de lula estava muito bom, agradeceu aos seus por ter colocado aquela maravilha no seu caminho, afinal, não é todo dia que se acha Teriaki bem feito em um país não oriental. Sorriu mordiscando e agradecendo em sua reverência costumeira, isso até seus sentidos mais apurados começarem a apitar, desviando então seu olhar para os céus. O vórtice de nuvens era um anúncio de problemas que a fez gemer em negativa, um tanto irritada por ter que agir logo quando pegava algo tão saboroso para comer, virou para senhor que a servira para agradecer mais uma vez, entretanto, seus olhos estavam tão vazios quanto o começo das eras.

_Senhor?

A boca dele se abriu a exibir uma certa demência e os olhos começaram a se fechar em um sono provocado por algo maior. O corpo fora caindo como se estivesse em câmera lenta, a sua frente, a bacia de frituras apesar de não borbulhar ainda estava quente o suficiente para poder queima-lo. Rapidamente ergueu a destra segurando ele pelo peito e movimentando o corpo para poder ajeita-lo no chão mesmo, tocando seu pescoço a medir sua pulsação, enquanto o som de outros corpos caindo desviava o seu olhar franzido. Ele tinha pulsação ao menos, se ergueu saindo da barraca a devorar a lula de uma vez caminhando agitada para localizar seu amo o mais rápido possível.

Um som tenebroso e um cheiro digno das profundezas do Jigoku penetrou suas narinas fazendo seu olhar começar a percorrer tão rápido quanto seus sentidos apurados por aquelas redondezas. Foi então que sentiu um corpo se aproximar do seu, a falar em tom conhecido em seus ouvidos, se virou a encara-lo com aquela face séria e compenetrada de samurai juntamente com seu acompanhante. A sua semelhança era chocante. Olhos de mesmo tom a demonstrar a mesma fúria, os cabelos platinados tinham uma divergência de tom pequena, mas um caimento igual que chegava a dar calafrios, e esses calafrios indicavam um perigo muito maior que apenas a semelhança genética.

Adam parecia abalado, Adam abalado era igual a problemas elevados a milésima potência.

_ 私の王 ... *– Exclamou em japonês pela surpresa, a seguir a caminhada rápida de ambos arrancando as sandália plataforma que ele havia comprado e jogando para o lado, sentindo os pés finalmente livres e prontos para o combate. - ... Temos problemas.

Mal havia falado e aquelas bestas, youmas, repugnantes começaram a se erguer. Sua pele pútrida a fez contrair os lábios em asco e os olhos fumegaram em uma intenção assassina de expurga-los daquele solo. Era para isso que havia vindo a Terra mais uma vez, a sombra, nunca pode caminhar e devorar enquanto ela estivesse ali, e mediante a tantos inocentes desacordados, seu instinto de justiça gritou mais forte do que nunca.

Eles atacaram, como uma matilha faminta de lobos prestes a faze-los de vitima para alimentar sua fome miserável. Adam iria ter que perdoa-la, mas, ela não iria lutar com aquele vestido um tanto justo, rasgou-lhe a lateral quase até o quadril e assumiu uma base defensiva discreta e graciosa, com o flexionar das pernas e as mãos a se erguer na lateral do corpo como uma garça pronta para o vôo. A sua frente, seu senhor fazia questão de deslumbrar os olhos de todos com um espetáculo sanguinolento e descontrolado em sua própria fúria e rancor do inferno que já havia sido sua morada. As costas dele, a morena oriental, o protegia de flancos e ataques furtivos pelas costas.

As mãos se moviam de um jeito rápido e violento, quanto mais eles vinham mais ela os agarrava, quebrando pescoços com a mesma facilidade que um padre dizia “Amém”. Diferente do loiro que servia, ela não fazia alarde algum, seus sentidos ampliados pela meditação anterior cooperaram perfeitamente na dança de batalha que aquele corpo fazia livrando-se do problema como se não fosse digno de sua presença e de fato, não era.  Deveria ser um deboche, uma piada sem graça. Seu irmão a mandara ali subestimando suas habilidades como guerreira, o que a fez olhar para o seu novamente em um profundo desgosto em meio aquela piada chamada Destino.

Segurou a manga ensanguentada da blusa de seu amo, encarando-o com os olhos quase amarelos de tão furiosa que estava.

_Vamos logo sair daqui, essa escória infernal me dá nojo.

Olhou para o que acompanhava, sinalizando com a cabeça enquanto ele obliterava vários daqueles seres engolindo-os ao esquecimento. O olhar passou aos outros, que ela tinha mais do que certeza que estavam na quase ou igual situação que si, alertando-os.

_ Localizei um lugar seguro.– Olhou para Adam mais uma vez, fixando o ardente olhar nele como um igual – Não vale a pena lutar na frente do inimigo meu senhor, dê suas ordens Oo-sama.

Conduziu-o para o caminho mais seguro que seus sentidos elevados poderiam achar, se os outros a seguiriam, não era seu problema, há baixas na guerra, a única pessoa que a importava, era somente seu Rei.

( * Watashi no Oo. – “Meu rei”)


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Re: Visão geral

Mensagem por Wynonna em Sab Dez 02, 2017 7:08 pm

Caos seria um adjetivo completamente simpático e "humano" para descrever aquela cena. Eles  não estavam apenas encrencados, estavam completamente fodidos, não haviam palavras nas conhecidas ou desconhecidas línguas que descreveriam o tamanho da enrascada que eles se meteram. Os monstros pareciam não ligar tanto para eles, mesmo que alguns ataquem-os, eles eram "ignoráveis". Mas não para cinco seres humanoides que pareciam encara-los com uma mascará parecida, todas com um simbolo de tentáculos negros maculando a imagem branca com finos olhos do rosto da mascara.
Ordens recebidas... Esquadrão Obelisko em batalha. — As vozes se conectavam em um som tão perfeito, intercalando o feminino com o masculino que os corpos demonstravam a sexualidade.
Ly, Yan, Iva, Oro, Beron. Ativados. Seus tentaculos nas testas brilharam enquanto os corpos se moviam em velocidade extremamente rápida em direção aos que estavam ali.
Ly, grupo de demolição, soldada da terra, patente média, fiel ao rei amarelo. Eu desafiarei você. — Uma voz feminina grossa e roca por trás da mascará disse enquanto saltava em direção ao loiro que parecia estar matando oponentes com um bambolê carmesim. A mulher revelava que seus pés não eram comuns, dois ganchos finos e afiados o suficiente para serem foices forem revelados ao que ela saiu das sombras. O pé direito foi em direção ao peito de Adam, tentando acerta-lo com um chute.

Yan, grupo de reconhecimento, soldado do vento, patente baixa, fiel ao imperador negro. Eu desafiarei você. Movendo-se como um cão, revelou que seus dentes não eram comuns, eles pareciam pequenos seres que se moviam de um lado para o outro, e pior, eles se moviam para frente como se não fosse uma matéria exata e sim algo sólido. O menor dos soldados ali presente partiu para cima de Tannhauser, ignorando Hubun ao seu lado, saltou em direção ao ruivo afim de derruba-lo com as duas patas em seu peito.

Iva, grupo de destruição, soldada da água, patente inexistente, fiel à dama do lago. Eu desafiarei você. Estava próximo dele, ele talvez não percebesse como ela chegava ali mas percebeu que uma mão branca como a neve saiu de um portal criado pelo chão, um portal que parecia ser uma ondulação aquática. A mão foi em direção ao pescoço de Elijah, afim de cravar as garras naquele homem.

Oro, grupo de demolição, soldado do fogo, patente baixa, fiel ao dêmonio. Eu desafiarei você. Talvez o maior, o mais destrutível e ameaçador em questão de poder e em questão de força, ele saltou tão alto que escondeu qualquer tipo de brilho que a lua emitia em direção ao pequeno Waver, estava querendo, como um meteorito, esmagar o garoto.

Beron, grupo de destruição, soldado do rei, patente baixa, fiel ao reino. Eu desafiarei você.O mais fino entre todos, era quase como se ele fosse uma arma branca de haste, moveu-se tão rápido, que Hubun, que preocupada com o cão que atacava seu fugitivo, talvez não conseguisse prestar atenção e ver que em suas costas a mão esquelética do monstro atacava em direção a sua coluna.

Lyn para Adam
D20+3 acerto
D20+3 dano
D20+3 sangramento

Yan para Tannhauser
D20+2 acerto
D20+2 dano
D20+2 fear

Iva para Elijah
D20 acerto
D20 dano
D20 stun


Oro para Waver
D20+1 acerto
D20+1 dano
D20+1 burn



Beron para Hubun
D20+1 acerto
D20+1 dano
D20+1 sangramento.
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Re: Visão geral

Mensagem por Admin em Sab Dez 02, 2017 7:08 pm

O membro 'Wynonna' realizou a seguinte ação: Rezem


#1 '20' : 7, 18, 10

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#2 '20' : 19, 15, 13

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#3 '20' : 6, 10, 7

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#4 '20' : 6, 7, 6

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#5 '30' : 27, 2, 17
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Re: Visão geral

Mensagem por Tannhauser em Dom Dez 03, 2017 2:32 am

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Re: Visão geral

Mensagem por Admin em Dom Dez 03, 2017 2:32 am

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Re: Visão geral

Mensagem por Adam Aesland em Dom Dez 03, 2017 5:36 am


- Crianças, ordem! (Veterano Viking)

Ha muitos anos atras, quando Adam ainda era um pequeno Aesland, aquele velhote que usava suas antigas vestes de batalha segurando um dos famosos machados viking, em um tom alto e autoritário em meio a um campo aberto ao vento que trazia junto um frio que gelaria ate a alma daquelas crianças que, paradas, o escutavam com atenção após sua “ordem”. Era comum para os vikings treiná-los desde pequenos, os acostumarem com as batalhas, os prepararem de qualquer modo possível. Em meio aquelas poucas crianças quietas, estava Adam.

- Em uma batalha de vida uma morte, qual parte do corpo o inimigo atacaria primeiro?

Ninguém se pronunciava, aqueles pequenos pareciam todos tímidos, ate mesmo o loiro. Nenhum deles sequer levantaram a mão, e, impaciente, aquele veterano andou da direita para a esquerda balançando aquele maldito machado que era quase como um pesadelo para o pequeno Adam. A maioria das crianças pensavam que o alvo prioritário seria a cabeça.

- Errado! – Pareceu que aquele maldito leu a mente de todos eles.

- O peito, essa é a resposta. A cabeça é um alvo obvio demais, usado normalmente para finalizar seu oponente, mas aqueles com mais maestria atacarão seus corações, e hoje vou lhes ensinar a...

Mesmo não lembro dos restos da frase, aquela foi uma das poucas aulas que Adam realmente lembrava ate os dias de hoje, lembrava de quase tudo, de ser derrubado por quase todos naquele dia, de ser praticamente o pior na parte pratica, mal-acostumado com o frio por estar quase sempre com muitos mantos e vestes de couro que o ajudavam, das quais não usou naquele dia.
Tinha acabado de matar um daquelas malditas pragas que o lembravam do pior, mas não demorou muito um inimigo de verdade aparecer, quase que fora surpreendido por aquela voz feminina, se movimentando com tanta maestria que quase sentiu inveja pelo modo que se movimentava. Foi com a leveza de uma pena que é soprada pelo vento, ou na gentileza de uma folha caindo de uma árvore que seus pés o impulsionaram com um salto rápido para a esquerda girando o seu corpo em 360 graus, deixando a soldada no vácuo ao passar direto sem sucesso no seu ataque.

- Eu aceito o seu desafio!

Gritou com desejo de sangue ao esboçar um sorriso nada discreto que exibiu para a sua desafiante, a excitação pela luta também era demonstrada pelo modo que o sangue fluía em suas veias. Seria um ato machista tratá-la de forma diferente por ser uma mulher, e mesmo não sendo seu tipo favorito de alvo, não poderia negar um desafio de “graça” como aquele.
A destra teve todos os dedos esticados com a palma virada para a areia, fazia novamente o que para seu inimigo seriam coisas esquisitas com o sangue, que saia pelo furo de sua veia começando a manipulá-lo para fazê-lo tomar forma, se perguntando se seu pai estava vendo o modo que Adam se exibia enquanto lutava.

- En!

Aquele chamado para sua serva seria o pedido de cobertura. Virou seu olhar atento para a que confrontava. O sangue flutuava como uma serpente, ondulando constantemente ate que foi se dividindo em três partes e se tornando estacas com pontas afiadas e perfurantes que pingavam, famintas tanto quanto o loiro que as manuseava com tanta maestria. O braço inteiro foi esticado com a palma da mão apontando contra o corpo de seu alvo, e obedientemente os três projeteis perfurantes avançaram com raiva e como flechas em direção àquela mulher, com a intenção de perfurar seus pulmões.

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Re: Visão geral

Mensagem por Admin em Dom Dez 03, 2017 5:36 am

O membro 'Adam Aesland' realizou a seguinte ação: Rezem


#1 '20' : 6

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#2 '20' : 1

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#3 '20' : 18

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#4 '20' : 17
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Re: Visão geral

Mensagem por Tannhauser em Dom Dez 03, 2017 5:42 am

- Moça...! Moça...! Policial! – Chamei ela repetidas vezes para fazê-la voltar para a realidade, pois parece que ela estava em delírio e não conseguia elaborar nenhum raciocínio. Talvez Hubun fosse mais sensível do que seu tratamento bruto comigo indicava... Eu até posso compreender um pouco como ela deve estar se sentindo. Não é estranho que policiais/heróis se sensibilizem pelos indefesos que eles deveriam proteger. Já eu não carrego o peso de compromisso na minha consciência, afinal ninguém espera que eu me sacrifique por qualquer boa causa, ninguém vai poder me acusar de não ter feito nada a respeito dessa situação, por tanto não estou atordoado por nenhum complexo desse tipo.

Estava já desistindo dela quando me levantei. Então vi que outro mais estava consciente, era o mesmo homem sinistro que havia interagido com Hubun mais cedo. Ela estava prestes a ser atacado por um monstro que se aproximava por costas, quando este saltou sobre o homem esperava que teria uma morte imediata, mas algo aconteceu.

Eu não sei o que aconteceu.

Devo ter piscado os olhos e perdido algum detalhe significativo, mas o monstro foi despedaçado como se fosse uma estátua de sal e suas partículas eram drenadas pelo corpo do homem.

Ela agora falava diretamente com Hubun e me chamava de “amigo” convidando-me a lhe ser prestativo de alguma forma.

Agora eu estava preocupado de estar perto dele. Aquilo só podia ser magia, coisa pesada mesmo, mas parece que isso não é tão chocante para Hubun. E por falar nela, a policial insistia me maltratar.

- Cara, mas que onda é essa? – Eu questionei com olhar incrédulo e com certa injuria de ser ignorado por  Hubun que só voltou a si depois eu o homem a chamou. Mas eu posso deixar isso pra lá, pois o homem é ao menos simpático em me responder diretamente o que está rolando. A explicação dele não era suficiente pra entender, mas isso não era culpa dele, sou eu quem estou mais por fora do que ele poderia prever... Acho que fazer perguntas vai ser inútil.

Não há nada que eu possa fazer, Hubun também parece estar na mesma situação e o que temos é este o homem misterioso que, pelo menos, demonstra alguma simpatia por nós dois. Então eu escolho... Deixa pra lá. Hubun não me deixaria nem opinar e já está me levando a força com ela. Eu ia protestar, mas à troco do que?

Eu realmente lamento por aqueles que ficaram para trás sem socorro, não olhar para os lado ajudava a seguir em frente. Quando eu sair daqui eu vou pensar com mais frieza no que eu devo fazer e eu estou bem confiante de que conseguiremos, todas as criaturas que se aproximam demais são dizimadas pelos poderes do simpático homem que nos escolta, até o momento que os monstros finalmente desistiram e estavam já nos ignorando, preferindo as presas já “servidas” no chão...

Pensar nisso é revoltante, faz minhas pernas parecerem mais pesadas a cada passo que dou, mas devo me concentrar em seguir adiante, onde éramos aguardados.

- Ahh... Esses falam. – Isso me impressiona de verdade. Eles são bizarros, mas falam e isso me parece relevante. Eles estavam lá evidentemente para nos atacar, mas eles pareciam conscientes apesar de robóticos em sua apresentação. Talvez possamos discutir isso com alguma civilidade.

- Hm? – Aquele “canino” estava olhando pra mim. - O que? Eu?! – Mas por que eu?

Não houve diálogo, a criatura simplesmente partiu como uma fera na minha direção.

Eu estou desarmado, mas mesmo que eu tivesse uma arma não poderia usá-la com essas algemas.

Eu sei lutar sem armas, meu estilo de luta é o sambo, mas não é uma arte marcial que prevê um combate contra algo não humano, eu nunca enfrentei nenhuma criatura parecida com aquilo e isso me assusta no primeiro momento, só posso contar com meus instintos.

Em uma situação regular, eu recuaria, essa não é uma opção disponível. As técnicas do sambo não servem para combater animais, mas o treinamento estava enraizado nos meus instintos e eu acabo fazendo uso mesmo assim.

Com um passo para trás, eu firmei minha posição diante da criatura que veio a saltar em minha direção. Eu não tinha recuo, então ao invés disso, num ato muito espontâneo, eu me precipito para frente e deixo a máscara da criatura vir bater contra o topo da minha cabeça com a força do salto que ela própria direcionou a mim.

~Ataque comum 2/4 AP
Acerto = D20 + 3
Dano = D20 + 2

Acertando ou não, a criatura deverá se desequilibrar por tal investida inesperada da sua “indefesa vítima”. Agora eu pude perceber que lutar contra uma criatura dessa não é como lutar contra um animal, animais são puro instinto e ele só avançam quando estão muito confiantes que suas vítimas são vulneráveis, mas esse tal de Yan tem uma tática lógica e faz o caminho contrário. Ele não ataca assim porque está confiante da minha vulnerabilidade, ele ataca assim porque quer me assustar e assim me tornar vulnerável.

Ele não é o monstrengo que tenta parecer e eu agora estou confiante que posso lutar de igual para igual contra ele se eu não cair na tática.

Enquanto isso alguém parece distraída. Acho que eu impressionei Hubun agora.

- Hei! – O outro monstro que partiu para atacar a detetive tinha uma forma esquisita, mas interessante.

De novo meu corpo acabou se movendo espontaneamente, e me faz saltar empurrando-a com o ombro para desviá-la do ataque furtivo daquela criatura oportuna.

~ Salvar Aliado 1/4 AP

Oh, “fick”...

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