Hoc non perco habebo fortior me

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Hoc non perco habebo fortior me

Mensagem por No one em Sab Nov 25, 2017 12:51 am

I do not belong to anyone. I do not care what they say, they think, they do. Over the years, I have been weeping, relying on those who most seem to be faithful to me. It was then that I saw, one a, disappear, betray, lie ... And always, I kept lonely after all. Between tears and questioning, with her face between her aching knees, I wondered why she suffered so much. I drew my conclusions. The problem is with me. In trusting, in going after, in wanting how good people are. But honestly? They are not. Have not been and never will be. So do not trust anyone, do not be me. My heart petrified, and I know, that from the moment someone comes into my life, I will count the seconds, minutes, and hours, and again, I will go back to square one. This is a life. It's my life. Just, I got used to it. I will always shed tears. Always the heart will tighten. It will always be stifling. But still ... I always get up, and even if I did not shine on that day, following on, alone, and strong. With myself..

Era impossível  negar a dor que sentia em seus pés, sua respiração era completamente descompassada depois da corrida a qual tivera que dar para fugir daqueles que insistiam em a perseguir, da onde vinham ? e porque estavam ali? Perguntas as quais ela talvez não soubesse responder. Ou talvez soubesse? Sim ela sabia, eles queriam aquilo, ansiavam veemente pelo o que ela carregava consigo.  Ela tinha corrido tanto e sem nem olhar para onde ia que só  reparou onde estava quando respirou fundo e sentiu o cheiro do mar, quando finalmente abriu os olhos ela pode ver claramente que estava nas docas, havia vários barcos atracados, estava escuro, frio e quase totalmente silencioso, o único ruído ali era do ranges do barcos e das ondas batendo contra os cascos .  Infelizmente aquela melodia foi quebrada por passos apressados vindos de algum lugar dentre as docas.


Ela logo se apressou o mais silenciosamente que pode por dentre pilhas de caixas de madeira de mercadoria entre outras coisas amontoada se jogada ali e se escondeu dentre dois prédios em um pequeno espaço escuro. Ela puxou a bolsa que carregava contra o corpo e abraçou, ali ela carregava seu bem mais precioso, eu Grimório, a única coisa de real valor que ela tinha. Ela se quer tinha visto ou sentido ainda, mas enquanto corria havia arranhado a perna em algo afiado e com isso o sangue jorrava lentamente pelo ferimento aberto, pingando no chão. Minutos se passaram ate ela sentir a ardência na perna e ver o sangue, o desespero era grande, coma mão tremula ela passou os dedos sobre o ferimento e começou a desenhar algo no chão, “rezando” para que aquilo funcionasse. – Por favor, funcione... – Ela simplesmente desenhava o selo de invocação de seu livro no chão com o próprio sangue e esperava que o mesmo fizesse efeito.




Última edição por Nix em Ter Nov 28, 2017 1:00 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Hoc non perco habebo fortior me

Mensagem por B A N G em Sab Nov 25, 2017 3:54 am

Sempre era frio e monótono naquele lugar, o país das coisas horríveis, o pai das bombas e a mãe das guerras. A grande mancha vermelha no mapa de midgard, o vermelho da raiva e do sangue. O céu negro, como em toda noite, não demonstrava tantas nuvens, a neve caia lentamente até tocar o chão com seus pequenos flocos, acumulando-se pouco em pouco, congelando a parte fina da superficie do oceano, deixando que um vapor demonstrasse cada vez que respiramos. Respirar é inevitável, necessário e revigorante. Desde que nasceu, a guerreira sabe o que é respirar e sempre saberá, planejada, feita e construida para ser imortal, jamais perecerá em batalha, seu sangue não ira verter sobre os inimigos, seu sangue nunca ira verter.
Uma amazona jamais permite que uma mulher seja ferida, este é o instindo natural das mulheres, sempre indefesas e vistas como submissas aos ditos homens que por sua força fisica superior ao das frágeis mulheres, acham que podem domina-las. Eles estão errados. Enquanto aquela mulher em questão corria, tentava escapar dos predadores que buscavam cerca-la por todos os lados possíveis, alguém via aquela situação; Preparando o elmo, vendo-a correr; Arrumando a armadura, vendo-a gritar e implorar; Afiando sua espada e ajeitando seu escudo enquanto ouço-a cair. Olhei para baixo enquanto via aquela cena, o sangue quente e carmesim, o toque na madeira quase faziam os dedos daquela mulher serem congelados, e mesmo com dor e medo ela não recuou, aceitou a fraqueza e pediu ajuda para alguém, alguém que deveria protege-la. Este alguém esta indo, minha querida. Este alguém sou eu.

O céu se escondeu atrás de nuvens negras, nuvens de ódio e raiva, o negro sempre foi considerado obscuro e tenebroso desde os primórdios, porém o que realmente assustava todos não eram as nuvens, eram as luzes, o festival de luzes que dançavam de um lado para o outro, mas não uma dança delicada, cada momento iluminado era recorrente à uma pancada na terra, terra esta que realmente tremia, o gelo descongelava e era possível ouvir aves que deveriam voar para longe, gritarem de medo.

Eu sou aquela quem você chama, erga a cabeça. Eu sou a protetora das mulheres, sou aquela que vai aliviar sua dor. — A voz dela era nítida na mente da garota, mesmo que apenas os trovões fossem nítidos para outros, a voz de uma guerreira, uma voz grossa porém nítidamente feminina, levava consigo raiva, rancor e angustia. E então, como um piscar de olhos, um trovão se chocou com o sangue que ela havia desenhado, este trovão enfim começou a tomar forma.

Silhueta feminina, cabelos longos e amarelos, olhos escondidos pela sombra do elmo de ferro, em sua cintura uma espada grande, em seu braço um escudo maior ainda. Trajava uma armadura não tão protetora como as demais, porém não via nenhuma marca de guerra em seu corpo branco, esta mulher parou na frente da mestra como uma estatua, esperando ordens, esperando ela falar algo.


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Re: Hoc non perco habebo fortior me

Mensagem por No one em Ter Nov 28, 2017 9:07 pm


Frio, o frio não a incomodava a muito tempo, ela sentia o vento tocar sua pele como em um carinho, naqueles meses que estava a fugir do que quer que fosse que afligia seu coração, ela jamais sentirá frio, nem calor, eram poucas as coisas que sentia na verdade, apenas fome, uma grande fome de conhecimento, que lhe fora negada no convento, aquele livro lhe abrirá a mente de uma forma inesperada, a cada dia que passava ela queria saber e conhecer mais sobre o que aquele livro falava.

O céu se fechou e tudo escureceu no mais profundo breu, ela estava encolhida assustada até ouvir aquela voz, ela olhou para todos os lados procurando de onde vinha, e quando o raio caiu ela gritou e caiu para trás sem palavras para descrever aquele momento, uma mulher surgia à sua frente,  seu coração disparou, seu queixo caiu, ela estava simplesmente sem saber como reagir diante daquilo, então era verdade, era tudo real, tudo o que estava escrito naquele livro, ela mal podia crer no que seus olhos viam, mas não havia como negar,a dor em sua perna ferida deixava claro que não era um sonho, ela quase quis chorar diante da amazona que se apresentou a ela quando ela suplicou ajuda.Ela demorou bom minutos até conseguir se recuperar do choque do primeiro momento, milhões de coisas percorriam por sua mente. A menina abriu a boca e fechou no mínimo uma dez vezes antes de enfiam falar alguma coisa. - Q-quem é você?? - Foi o primeiro questionamento dela, dentre muitos que ainda viriam diante das atuais circunstâncias.


Última edição por Nix em Qui Nov 30, 2017 8:06 am, editado 1 vez(es)

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Re: Hoc non perco habebo fortior me

Mensagem por B A N G em Qui Nov 30, 2017 3:22 am

— Me chame de fúria, de raiva, me chame de Khaleesi. Não sou uma rainha, não desejo ser, mas eu sou aquela que veio libertar os grilhões da sua alma. Almeje a guerra e terá a mim como recompensa. — A anja não respondia a pergunta dela, ou até respondia, porém assim como veio. Em um trovão, estrondoso e um raio luminoso. Desapareceu do local

"Almeje-a, conquiste-a"

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Re: Hoc non perco habebo fortior me

Mensagem por No one em Qui Nov 30, 2017 10:07 am


Guerra? o que seria a tal guerra? A menina sabia pouco sobre o mundo dos homens, onde fora criada, nem todo o conhecimento era algo que deveriam aprender, ela sabia muito, mas sabia tão pouco ao mesmo tempo, mas ao que parecia teria de aprender da pior forma como o mundo dos homens era um lugar hostil, um lugar cheio de cobiça onde todos querem o poder, e não se preocupam em quem vão ter que passar por cima para obter tal.

Assim como a mulher a sua frente veio ela se foi, Nix piscou algumas vezes tentando entender o que ela queria dizer com tais palavras, mas logo se levantou olhando para o lados a procura dela, mas ela não estava mais ali. Nix deu alguns passos para fora do beco e olhou para os lado, aparentemente não havia ninguém ali, ela abraçou com força o livro e respirou fundo, ela não poderia se esconder para sempre e sabia disso, Uma hora ou outra ela teria de enfrentar aquilo que não conhecia, e quem sabe até mesmo lutar a tal - guerra -. Nix saiu do esconderijo e respirou fundo, olhando para o céu tempestuoso, os trovões agitavam as nuvens escuras e iluminavam aquele lugar. Nix não tinha mais medo daqueles que a seguiam, pois sabia que nada iria lhe acontecer, agora que tinha seu - anjo-da-guarda-. Com passos lentos ela foi se esgueirou por aquele lugar desconhecido. E não demorou muito até que a achassem e viessem na direção dela a fim de feri-la, e tomar o que era dela.

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Re: Hoc non perco habebo fortior me

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